Petrobras rompe R$ 700 bilhões pela primeira vez na história; veja o motivo
Nesta sexta-feira (2), a petroleira superou R$ 700 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez, e o motivo do salto não foi o petróleo.
As empresas listadas na B3 apresentaram um lucro líquido combinado de R$ 244 bilhões no primeiro semestre de 2025.
💰 O resultado cresceu 39% em relação ao mesmo período de 2024, quando somou R$ 175,5 bilhões, segundo levantamento da Elos Ayta Consultoria.
O salto reflete a melhora da lucratividade de gigantes como Petrobras (PETR4), Suzano (SUZB3), JBS (JBSS32) e Azul (AZUL4).
Só a Petrobras lucrou R$ 61,8 bilhões no primeiro semestre de 2025. Isto é, R$ 40,7 bilhões a mais que o registrado no mesmo período de 2024.
Já a Suzano lucrou R$ 11,3 bilhões, revertendo o prejuízo de R$ 3,5 bilhões registrado no primeiro semestre de 2024.
A Azul também saiu do vermelho, com um lucro líquido de R$ 3,1 bilhões no semestre.
Já a JBS viu seu lucro crescer mais de seis vezes, disparando de R$ 833 milhões para R$ 5,9 bilhões.
Banco do Brasil (BBAS3), Vale (VALE3) e Cemig (CMIG4), por outro lado, viram seu lucro diminuir no primeiro semestre deste ano.
🏦 O maior baque foi do Banco do Brasil. Isso porque o lucro da instituição encolheu de R$ 17,7 bilhões para R$ 9,8 bilhões. Ou seja, uma redução de R$ 7,9 bilhões.
Ainda assim, o BB ainda apresentou o sexto maior lucro da B3 no primeiro semestre de 2025.
Vale e Cemig também seguem entre as 20 empresas mais lucrativas da bolsa brasileira, apesar das perdas.
A relação acima mostra que as produtoras de commodities e as empresas do setor financeiro seguem se destacando entre as empresas mais lucrativas da B3.
🔎 Contudo, o levantamento da Elos Ayta Consultoria também revelou em quais estados brasileiros esses lucros são produzidos.
De acordo com o estudo, a maior parte dos lucros da B3 não sai de São Paulo, mas do Rio de Janeiro. Afinal, é no território fluminense que estão as sedes de empresas como Petrobras e Vale.
Veja os 5 estados brasileiros que mais contraíram com os lucros da B3 no 1S25:
Nesta sexta-feira (2), a petroleira superou R$ 700 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez, e o motivo do salto não foi o petróleo.
O achado foi realizado no poço Morpho, em águas ultraprofundas da costa do Amapá.
Nesta quinta-feira (1º), a estatal elevou em 11,8% o preço do QAV, que já acumulou alta superior a 25% em apenas dois meses.
Ministério Público Federal pede paralisação imediata dos trabalhos de perfuração na região.
O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais não encontrou provas suficientes para favorecer a estatal.
Pelo acordo, a Petrobras comprará 0,8 milhão de toneladas por ano de GNL.
O petróleo tipo Brent já flerta os US$ 106 por barril e favorece as petroleiras brasileiras.
O repasse contempla as operações realizadas pela estatal entre os dias 16 e 31 de julho de 2026.
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