Petrobras (PETR4) puxa Ibovespa para cima com Brent a US$ 95; dólar cai a R$ 4,97
O índice subiu 0,24% com suporte da Petrobras e do Brent a US$ 95, em pregão de volume fraco pela véspera do feriado.
As empresas listadas na B3 apresentaram um lucro líquido combinado de R$ 244 bilhões no primeiro semestre de 2025.
💰 O resultado cresceu 39% em relação ao mesmo período de 2024, quando somou R$ 175,5 bilhões, segundo levantamento da Elos Ayta Consultoria.
O salto reflete a melhora da lucratividade de gigantes como Petrobras (PETR4), Suzano (SUZB3), JBS (JBSS32) e Azul (AZUL4).
Só a Petrobras lucrou R$ 61,8 bilhões no primeiro semestre de 2025. Isto é, R$ 40,7 bilhões a mais que o registrado no mesmo período de 2024.
Já a Suzano lucrou R$ 11,3 bilhões, revertendo o prejuízo de R$ 3,5 bilhões registrado no primeiro semestre de 2024.
A Azul também saiu do vermelho, com um lucro líquido de R$ 3,1 bilhões no semestre.
Já a JBS viu seu lucro crescer mais de seis vezes, disparando de R$ 833 milhões para R$ 5,9 bilhões.
Banco do Brasil (BBAS3), Vale (VALE3) e Cemig (CMIG4), por outro lado, viram seu lucro diminuir no primeiro semestre deste ano.
🏦 O maior baque foi do Banco do Brasil. Isso porque o lucro da instituição encolheu de R$ 17,7 bilhões para R$ 9,8 bilhões. Ou seja, uma redução de R$ 7,9 bilhões.
Ainda assim, o BB ainda apresentou o sexto maior lucro da B3 no primeiro semestre de 2025.
Vale e Cemig também seguem entre as 20 empresas mais lucrativas da bolsa brasileira, apesar das perdas.
A relação acima mostra que as produtoras de commodities e as empresas do setor financeiro seguem se destacando entre as empresas mais lucrativas da B3.
🔎 Contudo, o levantamento da Elos Ayta Consultoria também revelou em quais estados brasileiros esses lucros são produzidos.
De acordo com o estudo, a maior parte dos lucros da B3 não sai de São Paulo, mas do Rio de Janeiro. Afinal, é no território fluminense que estão as sedes de empresas como Petrobras e Vale.
Veja os 5 estados brasileiros que mais contraíram com os lucros da B3 no 1S25:
O índice subiu 0,24% com suporte da Petrobras e do Brent a US$ 95, em pregão de volume fraco pela véspera do feriado.
Só a estatal pagará R$ 8,1 bilhões em JCP para os acionistas registrados na 4ª feira (22).
Estatal também alerta para impactos da reforma tributária, que entra em vigor neste ano.
Só a Petrobras pagará R$ 8 bilhões em JCP, o equivalente a um valor bruto de R$ 0,65 por ação.
O BofA elevou a recomendação para as ações da estatal de neutra para compra, elevando o preço-alvo de R$ 49 para R$ 65.
O índice chegou à máxima de 198.665 pontos pela manhã, com alta próxima de 1%, mas recuou ao longo do pregão.
A estatal comprou uma participação de 75% em um bloco offshore de São Tomé e Príncipe.
No total, empresa liberou R$ 42 bi relativos ao ano passado.
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