O NASD11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho de empresas de grande capitalização listadas na Nasdaq, por meio da replicação do índice Nasdaq 100.
O fundo é gerido pela XP Allocation Asset Management Ltda e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso indireto ao mercado acionário norte-americano.
Classificado como ETF de ações internacionais, o NASD11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em investir majoritariamente em cotas de um ETF no exterior, com o objetivo de acompanhar o desempenho do índice de referência, buscando refletir a variação das empresas que o compõem.
A carteira é composta predominantemente por cotas do fundo de índice estrangeiro alvo, podendo incluir outros ativos financeiros em menor proporção. A ponderação segue os critérios definidos pelo índice Nasdaq 100, com rebalanceamentos periódicos para manter a aderência à sua metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF NASD11 oferece exposição a:
- Empresas não financeiras listadas na Nasdaq como Microsoft (MSFT), Apple (AAPL), Amazon (AMZN), Nvidia (NVDA), Alphabet (GOOGL), Meta Platforms (META), Tesla (TSLA), Netflix (NFLX), Starbucks (SBUX), entre outras.
O NASD11 busca refletir o desempenho do índice Nasdaq 100, que reúne grandes companhias globais listadas na bolsa Nasdaq, com base em critérios de capitalização de mercado e liquidez.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo possui taxa de administração, além de custos associados ao ETF no exterior.
Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo os ganhos reinvestidos na carteira. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O NASD11 foi estruturado com o objetivo de facilitar o acesso ao índice Nasdaq 100 por meio da bolsa brasileira, utilizando uma estrutura de investimento no exterior baseada em ETF.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs voltados à exposição internacional, acompanhando o crescimento do interesse por ativos globais entre investidores locais.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações do mercado acionário norte-americano, influenciado por fatores macroeconômicos, desempenho corporativo e dinâmica dos mercados globais.