Banco do Brasil (BBAS3) reformula diretoria, de olho nos resultados; veja como fica
O BB propôs uma rotação dos atuais diretores e trouxe três novos membros para o time.
Com a temporada de resultados do terceiro trimestre de 2025 chegando ao fim, os anúncios de dividendos aceleraram na bolsa brasileira.
💰 Só nesta semana, ao menos 13 empresas listadas na B3 aprovaram o pagamento de dividendos e/ou JCP (Juros sobre o Capital Próprio). Os proventos somam mais de R$ 2,5 bilhões e chegam a R$ 3,24 por ação.
O destaque foi do Banco do Brasil (BBAS3), que aprovou o pagamento de proventos mesmo depois de seu lucro cair 60,2% entre julho e setembro.
Já a Comgás (CGAS5) entregou o maior valor por ação da semana. E a Allos (ALLOS3) anunciou o pagamento de dividendos, mas também uma nova política de remuneração aos acionistas.
📈 Além disso, três companhias aprovaram programas de recompra de ações, para, entre outras coisas, maximizar a geração de valor os acionistas.
Outras três empresas avançaram com reduções de capital, que prometem liberar restituições generosas para os seus acionistas. E a CPFL Energia (CPFE3) agendou o pagamento de dividendos anunciados anteriormente.
Veja os detalhes dos proventos anunciados na semana:
Apesar de mais uma queda do lucro, o Banco do Brasil (BBAS3) aprovou o pagamento de R$ 410,6 milhões em JCP com base nos resultados do terceiro trimestre de 2025.
O provento corresponde a um valor bruto de R$ 0,0719 por ação e será pago no dia 11 de dezembro para quem for acionista do BB no dia 1º de dezembro.
Ao apresentar os resultados do terceiro trimestre, a diretoria do BB ainda deu pistas do que esperar dos proventos de 2026. Confira aqui.
A Comgás (CGAS5) também surpreendeu, ao anunciar proventos de até R$ 3,24 por ação.
A companhia vai distribuir ao todo R$ 400 milhões para os seus acionistas, sendo:
Ou seja, os proventos somam um valor bruto de R$ 2,95 por ação ordinária e R$ 3,24 por ação preferencial.
Garantiu essa bolada quem era acionista da Comgás na última quinta-feira (13 de novembro). Neste caso, o dinheiro vai cair na conta em 26 de novembro.
A Telefônica Brasil (VIVT3) aprovou a distribuição de R$ 340 milhões em JCP. Isto é, o equivalente a um valor bruto de R$ 0,1060 por ação.
Para ter direito ao provento, é preciso ser acionista da dona da Vivo no próximo dia 24 de novembro. Já o pagamento será realizado até 30 de abril de 2026, em data a ser definida.
A Taesa (TAEE11) vai pagar R$ 323,2 milhões em dividendos e JCP. É o equivalente a um valor bruto de R$ 0,3127 por ação e R$ 0,9383 por Unit. Veja os detalhes:
Os proventos serão pagos em 28 de janeiro de 2026 para quem era acionista da elétrica na última sexta-feira (14 de novembro).
Já a Bradespar (BRAP4) confirmou o pagamento dos R$ 310 milhões em JCP propostos em outubro.
O provento corresponde a um valor bruto de R$ 0,7405 por ação ordinária e R$ 0,8146 por ação preferencial. E será pago no próximo dia 24 de novembro para quem era acionista da holding na última quarta-feira (12).
A Eztec (EZTC3) vai pagar quase R$ 220 milhões em dividendos para quem for seu acionista no dia 18 de novembro. Ou seja, na próxima terça-feira.
O provento corresponde a pouco mais de R$ 1 por ação, mas será pago de forma parcelada:
Já a Even (EVEN3) pagará R$ 150 milhões em dividendos, o que corresponde a R$ 0,7652 por ação.
Para ter direito, é preciso ser acionista da construtora na próxima segunda-feira (17 de novembro). Já o pagamento será realizado no próximo dia 28 de novembro.
Voltando às construtoras, a Trisul (TRIS3) também aprovou a distribuição de R$ 100 milhões em dividendos. Isto é, R$ 0,5567 por ação.
Terão direito ao provento os acionistas cadastrados na próxima terça-feira (18 de novembro). O pagamento está previsto para 28 de novembro.
A Allos (ALOS3) também trouxe boas notícias para os acionistas, e em dose dupla.
A companhia aprovou o pagamento de R$ 96 milhões em dividendos intercalares, o equivalente a R$ 0,1923 por ação. A data de corte é na próxima terça-feira (18 de novembro).
Vale lembrar que quem for acionista da Allos neste dia ainda poderá garantir a última parcela dos dividendos anunciados em setembro pela companhia, no valor de R$ 512 milhões ou R$ 0,1021 por ação.
Ambos os proventos serão pagos ainda neste ano, em 2 de dezembro.
Não bastasse isso, a Allos ainda anunciou a intenção de pagar proventos mensais em 2026, entre R$ 0,28 e R$ 0,30 por ação.
Já a Moura Dubeux (MDNE3) aprovou o pagamento de R$ 50,7 milhões em dividendos, o equivalente a R$ 0,60 por ação.
A data de corte foi na sexta-feira (14 de novembro) eo pagamento está previsto para o próximo 26 de novembro.
A Mills (MILS3) também vai pagar proventos com base nos lucros do terceiro trimestre. Serão R$ 42,5 milhões em JCP, o equivalente a um valor bruto de R$ 0,1876 por ação.
A data de corte já é na próxima segunda-feira (17 de novembro). Já o pagamento será realizado em 27 de novembro.
Por fim (ou quase), o Banese (BGIP4) aprovou o pagamento de R$ 17,4 milhões em JCP. É o equivalente a um valor bruto de R$ 0,7707 por ação ordinária e R$ 0,8478 por ação preferencial.
A data de corte é no dia 19 de novembro, ou seja, na próxima quarta-feira. Já o pagamento está previsto para 3 de fevereiro de 2026.
Vale lembrar que o pagamento de JCP está sujeito à isenção de 15% de IR (Imposto de Renda). Por isso, nesses casos, o valor líquido por ação será menor para os acionistas que não têm direito a isenção ou imunidade tributária.
Já a CPFL Energia (CPFE3) agendou para a próxima quarta-feira (19 de novembro) o pagamento da 6ª parcela dos R$ 3,2 bilhões em dividendos aprovados em abril.
Desta vez, a elétrica vai distribuir R$ 700 milhões, o equivalente a R$ 0,6075 por ação.
Ficará faltando, portanto, o pagamento de R$ 299,6 milhões, o R$ 0,26 por ação. O pagamento deve ser realizado até o final do ano. Em todos os casos, a data de corte foi em 29 de abril.
Outras duas empresas listadas na B3 confirmaram reduções de capital que prometem liberar restituições robustas para os seus acionistas.
A Allied (ALLD3) vai reduzir o seu capital social em R$ 180 milhões e devolver esse valor para quem era seu acionista na sexta-feira (14). O pagamento será feito em 25 de novembro, no valor de R$ 1,89 por ação.
Já a Alpargatas (ALPA4) fará uma redução de capital de R$ 850 milhões, que permitirá o pagamento de R$ 1,25 por ação. Para ter direito, é preciso ser acionista da empresa na próxima terça-feira (18). A data de pagamento ainda será definida.
A LWSA (LWSA3), por sua vez, propôs duas reduções de capital: uma de R$ 140 milhões mediante restituição aos acionistas e outra de R$ 283,7 milhões para absorção de prejuízos, sem restituição.
A proposta será discutida em uma assembleia de acionistas convocada para 5 de dezembro e, se aprovada, vai liberar o pagamento de R$ 0,2554 por ação. A data de corte para ter direito à restituição ainda será definida pela LWSA.
Além disso, três empresas listadas na B3 aprovaram a recompra de ações, para, entre outras coisas, maximizar a geração de valor aos acionistas.
Só a Hapvida (HAPV3) pretende recomprar até 70 milhões de ações nos próximos 18 meses. O programa foi anunciado na quinta-feira (13), depois que as ações da companhia caíram mais de 40% diante da decepção do mercado com os resultados do terceiro trimestre.
Já a MBRF (MBRF3) ampliou o seu programa de recompra, para poder adquirir mais 64,6 milhões de ações de emissão própria até março de 2027. E a Equatorial (EQTL3) mira a recompra de até 62,3 milhões de ações até maio de 2027.
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