JP Morgan aposta na Sabesp (SBSP3) e vê ação com espaço para subir 30%
Banco manteve recomendação de compra e elevou o preço-alvo dos papéis para R$ 35.
O Morgan Stanley aumentou significativamente o preço-alvo da Sabesp (SBSP3), de R$ 68 para R$ 128, após a privatização e a entrada da Equatorial (EQTL3) como acionista de referência. Essa nova projeção representa uma elevação de 88% e um potencial de valorização de 30% em relação ao fechamento anterior. Além disso, o banco manteve a recomendação de compra e destacou a Sabesp como a melhor opção do setor de saneamento (top pick).
💲 Em seu último relatório, o banco afirmou que a companhia está preparada para implementar medidas que aumentem sua eficiência e acelere seus investimentos, o que deve resultar em uma nova reavaliação positiva por parte do mercado.
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O banco justificou sua escolha pela Sabesp, apontando o atrativo perfil de risco-retorno e o forte compromisso da empresa com questões ambientais, sociais e de governança corporativa. Após a privatização, analistas do banco veem um futuro promissor para a empresa. Eles citam reestruturação, crescimento e avanços regulatórios como os principais fatores que impulsionarão a valorização da empresa.
🤑 Vale lembrar que o leilão de privatização da companhia resultou em um montante de R$ 14,7 bilhões. Desse valor, R$ 6,9 bilhões foram arrecadados com a venda de 15% das ações para a Equatorial, que assume o papel de acionista de referência da companhia. Os 17% restantes das ações foram distribuídos entre investidores pessoa física, estrangeiros e fundos de investimento.
Banco manteve recomendação de compra e elevou o preço-alvo dos papéis para R$ 35.
Mesmo com o lucro de R$ 1,53 bi projetado pela LSEG vindo um pouco abaixo, o Ebitda surpreendeu e superou as estimativas do mercado.
A CVM decidiu adiar a assembleia marcada desta quinta-feira (30) por ao menos 30 dias.
Apenas o seleto grupo de ações listadas na B3 se valorizou acima de +78% nos últimos 4 anos.
A operação, que ainda depende da aprovação dos acionistas, fará com que a EMAE se torne uma subsidiária integral da Sabesp.
O contrato de concessão da empresa vai até 2041 e os serviços já estão universalizados.
Para o banco, o mercado foca apenas se a ação está cara diante do forte ciclo de investimentos previsto até 2033.
A conclusão da operação ainda depende da aprovação do Município de Mirassol.
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