Ações da Oi (OIBR3) serão excluídas da B3; veja impacto para investidores
A B3 decidiu cancelar a listagem da Oi, devido à falência da operadora.
O Conselho de Administração da Oi (OIBR3)aprovou a nova versão do plano de recuperação judicial da companhia com captação de recursos no valor de até US$ 650 milhões, nesta terça-feira (6).
📞 A recuperação judicial inclui a Oi e as suas duas subsidiárias Portugal Telecom Internacional Finance e Oi Brasil Holdings Coöperatief.
Segundo a companhia, a nova versão tem como objetivo a equalização das dívidas e a reestruturação de créditos concursais da companhia.
“A companhia continua em intensas negociações, com os credores financeiros e outros credores quirografários, em relação aos termos e condições específicas de um potencial acordo vinculante de suporte à nova versão do plano de recuperação judicial, buscando sua aprovação em assembleia geral de credores a ser convocada pelo juízo da recuperação judicial”.
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💰 Nas negociações, a Oi também celebrou acordos de confidencialidade com determinadores detentores de 10%/12% Senior PIK Toggle Notes com vencimento em 2025 emitidas pela companhia.
Já é segunda recuperação judicial da empresa (RJ) para lidar com dívidas no valor de R$ 44 bilhões, contraídos com cerca de 159 mil credores. A primeira versão do plano foi apresentada em maio de 2023.
Em janeiro deste ano, a Justiça da Capital do Rio de Janeiro autorizou o acordo de financiamento de até US$ 400 mil para a Oi.
A B3 decidiu cancelar a listagem da Oi, devido à falência da operadora.
Para que a transação seja 100% concluída, o processo ainda precisa cumprir etapas burocráticas.
A CVM iniciou julgamento de cinco ex-diretores por irregularidades contábeis de 2015 e 2016, com dois já condenados a R$ 400 mil cada.
O TJ-RJ rejeitou recursos de credores nesta terça-feira (25) e decretou a falência definitiva da operadora, encerrando sua recuperação judicial.
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
O acionista informou que a alienação das ações não tem como objetivo alterar a estrutura administrativa da companhia.
Empresa em recuperação judicial ainda precisa cumprir rito burocrático para concluir a transação.
De acordo com a manifestação, essa redução poderá tornar a operação da empresa financeiramente insustentável.
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