Lula 4 derruba todos os FIIs na B3 e só o IFIX derrete 6%
A disparada dos juros futuros, bem como os rendimentos do Tesouro IPCA+ 2035, explicam a volatilidade dos fundos imobiliários.
💰 O MXRF11 encerrou novembro com um resultado positivo de R$ 42,6 milhões, superando em 15,5% o lucro de outubro. Essa performance foi impulsionada por receitas de R$ 45,9 milhões, parcialmente compensadas por despesas de R$ 3,4 milhões.
Em decorrência desse desempenho, o fundo beneficiou seus cotistas com a distribuição de dividendos no valor de R$ 0,10 por cota, totalizando R$ 43,7 milhões. Os dividendos do fundo, pagos a um preço de cota de R$ 9,38, superaram o CDI em 134,75% no período, líquido de impostos (ou 158,52% considerando um gross-up de 15%).
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O resultado financeiro foi influenciado principalmente pelos rendimentos dos CRIs (Certificado de Recebíveis Imobiliários), que contribuíram com R$ 28,92 milhões, e dos FIIs (Fundos Imobiliários), com destaque para o SPVJ11, totalizando R$ 15,54 milhões. Diferentemente da carteira de CRIs e FIIs, a carteira de permutas financeiras apresentou um desempenho mais contido no período, não distribuindo resultados.
💸 Esse comportamento, no entanto, está alinhado com o fluxo de caixa projetado para os projetos em execução. Em contrapartida, o fundo acumulou uma reserva de correção monetária no valor de R$ 18,63 milhões (equivalente a R$ 0,0426 por cota), resultado da aplicação do regime de caixa e do impacto da inflação nos últimos meses.
O fundo MXRF11, um FII Híbrido focado em papéis imobiliários, possui 437 milhões de cotas distribuídas entre 1,2 milhão de cotistas. Com uma taxa de administração de 0,9% a.a (mínimo de R$ 60 mil), o fundo apresenta P/VP de 0,99 e dividend yield de 12,51% nos últimos 12 meses. Sua carteira é composta por LCI, LH, CRI e cotas de outros FIIs, com foco em imóveis localizados em São Paulo, segundo dados do Investidor10.
A disparada dos juros futuros, bem como os rendimentos do Tesouro IPCA+ 2035, explicam a volatilidade dos fundos imobiliários.
Atualmente, o fundo imobiliário Maxi Renda conta com mais 1,5 milhão de cotistas dependentes dos proventos.
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Entre os dias 13 e 17 de julho de 2026, se concentram as distribuições de dividendos dos FIIs no mês.
Segundo o comunicado, terão direito ao rendimento os investidores posicionados no fundo no fechamento desta terça-feira (30).
A estrutura da oferta tem como base o preço de emissão fixado em R$ 9,37 por cota.
FIIs de papel pagam altos dividendos mensais ao colherem juros compostos elevados com renda fixa imobiliária.
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