BB (BBAS3) lidera captação de R$ 1,5 bi no Eco Invest Brasil para projetos na Amazônia
O banco liderou captação de R$ 1,5 bilhão com alavancagem de 4x para viabilizar R$ 6,4 bilhões em projetos na Amazônia Legal.
O Ibovespa fechou nesta quinta-feira (28) aos 141.049,20 pontos, subida de +1,32%, bem perto da nova máxima histórica atingida pela manhã, aos 142.138,27 pontos. Novamente, o setor bancário brilhou, só que com a maior alta a cargo do Banco do Brasil (BBAS3), avançando +2,04% e acima dos R$ 21 por ação.
Até mesmo as varejistas, que são bastante sensíveis à taxa Selic em 15% ao ano, tiveram um pregão para recordar, caso do Magazine Luiza (MGLU3), cujo ganho foi de quase +10% hoje. Os pesos-pesados Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) também ficaram no azul, com variações de +0,88% e +0,13%, respectivamente.
Nem parece que a Faria Lima, o coração financeiro de São Paulo, foi palco de uma megaoperação da Polícia Federal contra fintechs, fundos de investimentos e empresas de combustíveis, que teriam elos com organizações criminosas, segundo as investigações.
Um dos alvos tem, inclusive, ações negociadas na B3. É a gestora Reag Investimentos (REAG3), que entrou na bolsa após adquirir o controle da GetNinjas e teve o seu escritório no endereço famoso paulistano revirado por policiais.
Por sua vez, o dólar comercial terminou o dia valendo R$ 5,40, queda de −0,20% frente à moeda brasileira, repercutindo a valorização das commodities no exterior, em especial, o minério de ferro, além da corrida eleitoral à Presidência do Brasil em 2026.
Os investidores globais também comemoram mais um dia de recorde para o S&P 500, que pela primeira vez na história fechou acima dos 6.500 pontos, demonstrando a pujança do índice acionário que representa as 500 maiores empresas dos Estados Unidos.
Mais uma vez, a fabricante de chips Nvidia (NVDA) bateu as expectativas dos analistas em Wall Street em seus resultados no 2T25, dada a demanda crescente por inteligência artificial. Inclusive, as ações da Snowflake (SNOW), que armazena dados em nuvem, decolaram +20% hoje, também por conta da boa leitura de seus resultados.
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O banco liderou captação de R$ 1,5 bilhão com alavancagem de 4x para viabilizar R$ 6,4 bilhões em projetos na Amazônia Legal.
A principal vantagem do Tesouro Reserva é o seu vencimento em 10 anos, além de funcionar praticamente 24h por dia.
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Com uma queda de 53% na base anual, e o guidance revisado para baixo, o espaço para proventos extras desapareceu, segundo o CFO do banco.
Analistas alertam para aumento do risco de crédito e ações oscilam forte na B3.
Com ROE de 7,3% no período, o Banco do Brasil fica abaixo dos pares, pressionado pela inadimplência no setor agropecuário.
Somados aos R$ 400 milhões já pagos na última segunda-feira (11), o banco distribui R$ 866 milhões em proventos do 1T26.
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