Banco do Brasil pode ter queda de 36% no lucro no 1T26, projetam analistas
Os analistas do Itaú BBA e do BTG veem riscos de revisão para baixo nas estimativas, com agronegócio pressionado pelo diesel mais caro.
💰 O Banco do Brasil (BBAS3), tradicionalmente uma das ações favoritas dos investidores pessoa física, vive um momento de correção no mercado.
Em 2025, os papéis acumulam uma queda de 17%, reflexo de resultados mais fracos, redução no pagamento de dividendos e preocupações com o ambiente de crédito.
O Safra, em relatório recente, reavaliou o desempenho da instituição e reduziu o preço-alvo de R$ 26 para R$ 23, o que representa um potencial de valorização de apenas 16%. A recomendação foi mantida em neutra.
Segundo os analistas do banco, o BB registrou ROE (retorno sobre patrimônio líquido) de 8,4%, abaixo do esperado pelo mercado.
Além disso, a instituição reduziu o payout de dividendos de 40% para 30%, o que limita a atratividade do papel para investidores que priorizam a renda passiva.
Na projeção do Safra, o lucro líquido ajustado deve chegar a R$ 21 bilhões em 2025, valor que se encontra no piso do guidance divulgado pela própria instituição.
Para os analistas, o resultado reflete um cenário de riscos assimétricos, especialmente em relação à carteira de crédito ligada ao agronegócio e às incertezas macroeconômicas.
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O estudo aponta ainda que, ao comparar diferentes bases de cálculo, os dividendos podem ser ainda menores do que parecem à primeira vista.
Outro ponto levantado é que, como o banco já distribuiu 35% do lucro no primeiro semestre, o novo payout de 30% significa que o percentual no segundo semestre será de apenas 25%, reduzindo ainda mais o retorno esperado ao investidor.
O Banco do Brasil também informou que não fará antecipação no pagamento de dividendos, prática que vinha adotando nos últimos anos.
Segundo a instituição, a decisão busca alinhar-se ao payout aprovado de 30%.
Assim, os dividendos referentes ao terceiro trimestre de 2025 serão pagos apenas em 11 de dezembro de 2025, o que frustrou parte do mercado que esperava uma distribuição mais imediata.
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Apesar de o BBAS3 negociar a múltiplos considerados baixos, o Safra alerta que a aparente “pechincha” esconde riscos importantes.
Para o banco, o valuation só seria atrativo em um cenário de maior estabilidade macroeconômica e melhora no crédito agrícola, fatores que ainda não se confirmaram.
📈 Enquanto isso, investidores devem conviver com dividendos mais magros e um cenário de menor previsibilidade no retorno das ações.
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Para os analistas, a valorização recente não está ancorada nos fundamentos da instituição, mas sim no forte fluxo de capital estrangeiro.
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