BTG vê salto de 26% e 'chuva de dividendos' a caminho para Axia Energia (AXIA3)
O banco destaca a ação por reunir potencial de alta, baixo endividamento e forte pagamento de dividendos no curto prazo.
Poucas semanas depois de a Eletrobras mudar de nome, o governo federal quer voltar a ser o detentor da marca. O Ministério de Minas e Energia estaria negociando com a Axia Energia (AXIA3) a compra do nome Eletrobras.
Segundo informações do jornal O Globo, não se sabe exatamente onde a marca seria aplicada, mas possivelmente serviria para rebatizar alguma estatal do campo de energia. A mais cotada é a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional, atualmente chamada de ENBPar.
Essa companhia foi criada em 2021, no contexto da privatização da Eletrobras. O objetivo era gerir os ativos que não foram vendidos à iniciativa privada, como as ações do Brasil na Itaipu Binacional.
No entanto, fontes de dentro do governo afirmaram que não estão envolvidas na negociação de nenhum tipo de pagamento pela marca. Ou seja, caso o negócio prosperasse, a marca Eletrobras seria concedida de forma gratuita à União.
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O MME foi procurado pela imprensa, mas preferiu não comentar a informação. O mesmo aconteceu com a Axia, que não se manifestou sobre o eventual acordo.
O nome da Eletrobras foi alterado para mostrar ao mercado o novo momento da companhia, longe da gestão pública. Na ocasião, a companhia destacou que o nome tem origem grega e remete à conexão, movimento e mudança de direção.
“Evoluímos nossa governança, ampliamos investimentos, fortalecemos nossa estrutura e nos reposicionamos para responder a um setor em transição, marcado por novas tecnologias, mudanças regulatórias e novos padrões de consumo”, disse o presidente da companhia, Ivan Monteiro.
O banco destaca a ação por reunir potencial de alta, baixo endividamento e forte pagamento de dividendos no curto prazo.
A maior empresa elétrica da América Latina acaba de pegar emprestado R$ 500 milhões de debenturistas.
Caso a operação seja aprovada, a empresa assumirá integralmente os ativos.
Os títulos serão emitidos em série única, na modalidade quirografária e não serão conversíveis.
Com prazo de 6 meses, o projeto prevê intervenções em uma área de aproximadamente 5 mil m² na calha e de 500 m² nos pilares da estrutura.
Os projetos devem acrescentar Receita Anual Permitida de R$ 50,798 milhões.
Projeto em parceria com a Elea será instalado em Belém e atenderá à crescente demanda por inteligência artificial.
Os juros serão pagos semestralmente, sem período de carência.
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