Oi (OIBR3) não divulgará balanços do 1T26 e 2T26 e ainda deve números de 2025
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
✅ Os credores da Oi (OIBR3) aprovaram a proposta da companhia de vender integralmente sua unidade ClientCo para a empresa de internet V.tal, conforme fato relevante divulgado nesta terça-feira (8).
No caso, a Administração Judicial, que representa os Credores da Opção I Reestruturação, além dos Credores da Dívida ToP sem Garantias 2024/2025 Reinstated - Opção I, informa que os quóruns previstos no Plano de Recuperação foram suficientes para aprovar a proposta de venda.
Todavia, diante da complexidade dos termos e condições descritos na proposta da Oi, os credores citados solicitam esclarecimentos adicionais sobre determinados pontos sobre a venda da ClientCo à V.tal.
A Administração Judicial informou ainda que juntará aos autos da recuperação judicial da Oi a nova versão da proposta de venda com as devidas dúvidas sanadas em até um dia útil após o seu recebimento, conforme cláusula prevista no plano de recuperação judicial.
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A Oi recebeu uma proposta no valor de R$ 5,68 bilhões da V.Tal pela aquisição da ClientCo, em uma nova rodada de negociações. A companhia submeteu a proposta à análise dos credores, sendo esta a única oferta apresentada nesta etapa.
Anteriormente, a empresa havia recebido uma proposta de R$ 1,03 bilhão da Ligga Telecomunicações, a qual foi rejeitada pelos credores por não atender ao valor mínimo estabelecido de R$ 7,3 bilhões.
Diferentemente da rodada anterior, nesta segunda fase não foi estabelecido um valor mínimo para a proposta, conforme previsto no plano de recuperação judicial da Oi. Assim, são permitidas propostas que incluam diversas formas de pagamento, isoladamente ou combinadas.
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
O acionista informou que a alienação das ações não tem como objetivo alterar a estrutura administrativa da companhia.
Empresa em recuperação judicial ainda precisa cumprir rito burocrático para concluir a transação.
De acordo com a manifestação, essa redução poderá tornar a operação da empresa financeiramente insustentável.
Os recursos contestam a decisão da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro.
Victor Adler e pessoas vinculadas passaram a possuir 122 mil ações preferenciais da Oi.
A decisão manteve a liquidação ordenada dos ativos pelo gestor judicial até o julgamento do mérito dos recursos.
A empresa divulgou a informação na última terça-feira (12).
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