Oi (OIBR3) não divulgará balanços do 1T26 e 2T26 e ainda deve números de 2025
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
A Oi (OIBR3), empresa em processo de recuperação judicial, anunciou nesta quarta-feira, 25, ter recebido uma proposta no valor de R$ 5,68 bilhões da V.Tal pela aquisição da ClientCo, em uma nova rodada de negociações. A companhia submeteu a proposta à análise dos credores, sendo esta a única oferta apresentada nesta etapa.
💰 A empresa havia recebido anteriormente uma proposta de R$ 1,03 bilhão da Ligga Telecomunicações, a qual foi rejeitada pelos credores por não atender ao valor mínimo estabelecido de R$ 7,3 bilhões.
Diferentemente da rodada anterior, nesta segunda fase não foi estabelecido um valor mínimo para a proposta, conforme previsto no plano de recuperação judicial da Oi. Assim, são permitidas propostas que incluam diversas formas de pagamento, isoladamente ou combinadas.
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💸 Além disso, a Oi divulgou, em comunicado recente, os procedimentos a serem seguidos pelos credores quirografários que aderiram à 'Opção de Reestruturação I', conforme estabelecido no Plano de Recuperação Judicial.
Este procedimento refere-se à emissão de novas ações ordinárias (ON) em decorrência do aumento de capital social, o qual será integralizado pela conversão dos saldos remanescentes dos créditos dos credores. Em reunião realizada no dia 21 de agosto, o Conselho de Administração da companhia aprovou os procedimentos em questão.
💲Com isso, investidores, tanto pessoas físicas quanto jurídicas, que optaram por receber novas ações da Oi deverão apresentar a documentação necessária ao Banco do Brasil até 23 de outubro de 2024, a fim de comprovar sua habilitação para receber os títulos.
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
O acionista informou que a alienação das ações não tem como objetivo alterar a estrutura administrativa da companhia.
Empresa em recuperação judicial ainda precisa cumprir rito burocrático para concluir a transação.
De acordo com a manifestação, essa redução poderá tornar a operação da empresa financeiramente insustentável.
Os recursos contestam a decisão da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro.
Victor Adler e pessoas vinculadas passaram a possuir 122 mil ações preferenciais da Oi.
A decisão manteve a liquidação ordenada dos ativos pelo gestor judicial até o julgamento do mérito dos recursos.
A empresa divulgou a informação na última terça-feira (12).
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