Ações da Oi (OIBR3) serão excluídas da B3; veja impacto para investidores
A B3 decidiu cancelar a listagem da Oi, devido à falência da operadora.
A Oi (OIBR3), empresa em processo de recuperação judicial, anunciou nesta quarta-feira, 25, ter recebido uma proposta no valor de R$ 5,68 bilhões da V.Tal pela aquisição da ClientCo, em uma nova rodada de negociações. A companhia submeteu a proposta à análise dos credores, sendo esta a única oferta apresentada nesta etapa.
💰 A empresa havia recebido anteriormente uma proposta de R$ 1,03 bilhão da Ligga Telecomunicações, a qual foi rejeitada pelos credores por não atender ao valor mínimo estabelecido de R$ 7,3 bilhões.
Diferentemente da rodada anterior, nesta segunda fase não foi estabelecido um valor mínimo para a proposta, conforme previsto no plano de recuperação judicial da Oi. Assim, são permitidas propostas que incluam diversas formas de pagamento, isoladamente ou combinadas.
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💸 Além disso, a Oi divulgou, em comunicado recente, os procedimentos a serem seguidos pelos credores quirografários que aderiram à 'Opção de Reestruturação I', conforme estabelecido no Plano de Recuperação Judicial.
Este procedimento refere-se à emissão de novas ações ordinárias (ON) em decorrência do aumento de capital social, o qual será integralizado pela conversão dos saldos remanescentes dos créditos dos credores. Em reunião realizada no dia 21 de agosto, o Conselho de Administração da companhia aprovou os procedimentos em questão.
💲Com isso, investidores, tanto pessoas físicas quanto jurídicas, que optaram por receber novas ações da Oi deverão apresentar a documentação necessária ao Banco do Brasil até 23 de outubro de 2024, a fim de comprovar sua habilitação para receber os títulos.
A B3 decidiu cancelar a listagem da Oi, devido à falência da operadora.
Para que a transação seja 100% concluída, o processo ainda precisa cumprir etapas burocráticas.
A CVM iniciou julgamento de cinco ex-diretores por irregularidades contábeis de 2015 e 2016, com dois já condenados a R$ 400 mil cada.
O TJ-RJ rejeitou recursos de credores nesta terça-feira (25) e decretou a falência definitiva da operadora, encerrando sua recuperação judicial.
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
O acionista informou que a alienação das ações não tem como objetivo alterar a estrutura administrativa da companhia.
Empresa em recuperação judicial ainda precisa cumprir rito burocrático para concluir a transação.
De acordo com a manifestação, essa redução poderá tornar a operação da empresa financeiramente insustentável.
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