CVM julga ex-diretores da Oi (OIBR3) por fraude e dois já levam multa de R$ 400 mil
A CVM iniciou julgamento de cinco ex-diretores por irregularidades contábeis de 2015 e 2016, com dois já condenados a R$ 400 mil cada.
Em comunicado divulgado na última sexta-feira (8), a Oi (OIBR3), atualmente em recuperação judicial, anunciou a venda de uma unidade produtiva isolada à SBA Torres Brasil, compreendendo a totalidade das ações da SPE Imóveis e Torres Selecionados.
💰 O montante total da operação, avaliada em R$ 40 milhões, será liquidado por meio da compensação de parte dos créditos que a SBA possui contra a Oi. A transação está em consonância com o Plano de Recuperação Judicial da Oi, aprovado em assembleia geral de credores em abril de 2024.
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Como parte da transação, a Oi transferirá determinados bens e infraestrutura para a SPE Imóveis e Torres Selecionados, aumentando assim o capital social desta sociedade.
🤑 Além disso, a concretização da operação está condicionada ao cumprimento de determinadas condições precedentes, tais como a aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e a adequação dos contratos de concessão do STFC (Serviço Telefônico Fixo Comutado) da Oi para a prestação em regime privado.
A Oi informou ainda que, na ausência da adaptação dos contratos até a data predefinida, será indispensável a obtenção da anuência da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).
A CVM iniciou julgamento de cinco ex-diretores por irregularidades contábeis de 2015 e 2016, com dois já condenados a R$ 400 mil cada.
O TJ-RJ rejeitou recursos de credores nesta terça-feira (25) e decretou a falência definitiva da operadora, encerrando sua recuperação judicial.
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
O acionista informou que a alienação das ações não tem como objetivo alterar a estrutura administrativa da companhia.
Empresa em recuperação judicial ainda precisa cumprir rito burocrático para concluir a transação.
De acordo com a manifestação, essa redução poderá tornar a operação da empresa financeiramente insustentável.
Os recursos contestam a decisão da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro.
Victor Adler e pessoas vinculadas passaram a possuir 122 mil ações preferenciais da Oi.
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