Bancos puxam recuperação do IBOV pós-Flávio, mas BBAS3 fica travado
Ações do Banco do Brasil (BBAS3) não deslancharam com divulgação dos resultados do 1T26.
Depois do sucesso que foi separar suas unidades de adquirência e de seguros, o Banco do Brasil (BBAS3) agora estuda um novo movimento no mercado de capitais. A instituição pública estaria avaliando fazer o IPO da BB Consórcios.
O movimento vem à tona depois que analistas de investimentos classificaram a unidade como lucrativa. Assim, o banco entende que pode ser importante o desmembramento desta vertical, conforme informações do InfoMoney.
Apesar disso, os executivos garantem que o foco da companhia neste momento está em retomar a rentabilidade do negócio. Eles não disseram se e quando o IPO do BB Consórcios vai sair do papel, mas entendem que é um plano futuro.
“É parte de nossa estratégia; isso não significa que não iríamos considerar um IPO em Consórcios, negócio altamente lucrativo e que sabemos que o mercado amaria ter um pedaço dessa empresa. Não é uma decisão nossa, mas dos acionistas, e não está em nossa estratégia de curto prazo”, afirmou o vice-presidente financeiro do Banco do Brasil (BB), Geovanne Tobias.
Leia mais: Risco de recuperação judicial derruba ações de empresa, que entra em leilão na B3
Esse e outros temas foram debatidos no BB Day, que reuniu diversos analistas nos Estados Unidos. Durante o evento, os bancos e corretoras puderam tirar suas dúvidas sobre os planos da companhia para os próximos trimestres, a fim de divulgarem suas projeções para os papéis.
A Genial Investimentos já fez sua análise sobre a operação e destacou que ela pode reforçar o capital do banco que vem sofrendo nos últimos trimestres. Além disso, seria uma maneira de diminuir a dependência do agro, que hoje é um dos principais problemas enfrentados pelo BB, dada a alta na inadimplência.
Nesta quinta-feira (25), as ações do Banco do Brasil operam com baixa de 0,4%, aos R$ 22 na B3. No acumulado deste ano, o ticker perdeu cerca de 7% de seu valor de mercado, que hoje soma R$ 126 bilhões.
Ações do Banco do Brasil (BBAS3) não deslancharam com divulgação dos resultados do 1T26.
Com uma queda de 53% na base anual, e o guidance revisado para baixo, o espaço para proventos extras desapareceu, segundo o CFO do banco.
Analistas alertam para aumento do risco de crédito e ações oscilam forte na B3.
Com ROE de 7,3% no período, o Banco do Brasil fica abaixo dos pares, pressionado pela inadimplência no setor agropecuário.
Somados aos R$ 400 milhões já pagos na última segunda-feira (11), o banco distribui R$ 866 milhões em proventos do 1T26.
O banco irá divulgar seus números do 1º trimestre de 2026 nesta quarta-feira (13).
Analistas se debruçam para estimar quanto será o lucro líquido e as taxas dos indicadores fundamentalistas.
O novo título de renda fixa do governo chegará primeiro aos correntistas do Banco do Brasil (BBAS3).
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?