FII TRXF11 sobe 2% em meio à venda de laboratório alugado à DASA em São Paulo.
Enquanto as cotas do FII de tijolo registravam ganhos relevantes, o IFIX perdia quase -1% com rescaldo eleitoral.
🛍️ O Grupo Mateus (GMAT3) informa ao mercado nesta quinta-feira (19) que vendeu quatro imóveis para o fundo imobiliário TRX Real State (TRXF11), um fundo do tipo tijolo, que agora deve aumentar o seu portfólio de empreendimentos localizados nas regiões Norte e Nordeste.
Isso porque a rede de supermercados negociou a venda dos imóveis nos seguintes locais: Russas (Ceará), São Luís (Maranhão), Ananindeua (Pará) e Marituba (Pará).
No caso, o valor de venda dos imóveis do Grupo Mateus foi de R$ 122,8 milhões, que serão pagos pelos cotistas do TRXF11.
Porém, a referida quantia pode sofrer alterações em função da eventual necessidade de exclusão ou substituição de qualquer um dos imóveis.
Afinal de contas, o valor total efetivamente desembolsado pelos cotistas do TRXF11 com a aquisição dos imóveis servirá de base para definição do valor final dos aluguéis mensais, que se traduzem em dividendos aos cotistas.
➡️ Leia mais: Ação abandonada por Luiz Barsi em 2021 pode engordar dividendos
Os imóveis situados em Ananindeua (Pará), Marituba (Pará) e São Luís (Maranhão) serão locados pelo fundo imobiliário na modalidade “built to suit”.
Isso quer dizer que as obras de construção e desenvolvimento imobiliário para construção das lojas serão sob medida às necessidades do Grupo Mateus.
Por sua vez, o empreendimento situado em Russas (Ceará) será locado pelo TRXF11 na modalidade “sale and leaseback”, cuja loja encontra-se pronta e em funcionamento.
Os contratos de locação entre o Grupo Mateus e o fundo imobiliário TRXF11 serão celebrados por um prazo de 20 anos, assegurando a continuidade das operações da rede de supermercados.
Enquanto as cotas do FII de tijolo registravam ganhos relevantes, o IFIX perdia quase -1% com rescaldo eleitoral.
O FII com gestão ativa explica sob quais condições executará a recompra de cotas existentes em bolsa de valores.
O FII de gestão ativa também aposta R$ 250 milhões em dívidas imobiliárias para custear galpão logístico.
FII de tijolo aposta suas fichas no eixo-corporativo Rebouças-Pinheiros, que tem atraído inquilinos de peso.
Os cotistas terão maior diversificação geográfica no Paraná, Pernambuco, Minas Gerais e Espírito Santo.
O rebalanceamento da carteira do índice internacional FTSE Russell pode mexer com o FII de tijolo.
Por enquanto, a maior emissão de cotas da indústria, protagonizada pelo FII TRXF11, ainda não decolou.
O FII anunciou a compra de mais dois prédios corporativos em SP, por R$ 340 milhões.
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