Eztec (EZTC3) vê lucro cair 21% no 2T26 e anuncia R$ 26 mi em dividendos
A construtora aprovou R$ 26,2 milhões em dividendos intermediários, o que representa R$ 0,0945 por ação ordinária.
📊 A Eztec (EZTC3) oficializou na última sexta-feira (31), um novo passo estratégico no mercado imobiliário ao assumir o controle compartilhado da construtora Lindenberg.
A movimentação ocorreu após uma operação de capitalização da Lindenberg Investimentos, consolidando a parceria entre as duas empresas.
Desde 2022, a Eztec já possuía uma joint venture com a Lindenberg, denominada EZ-CAL, criada para o desenvolvimento de empreendimentos em São Paulo.
A estrutura do acordo previa o direito da Eztec de subscrever novas ações da Lindenberg, mecanismo que foi acionado na mais recente transação.
Com a conclusão do negócio, a Eztec passa a deter 46,75% das ações da Lindenberg, mesma fatia mantida pela Lindenberg Investimentos.
A governança da construtora, portanto, será compartilhada entre os dois grupos a partir de um acordo de acionistas, consolidando uma parceria que promete fortalecer a atuação da Lindenberg no setor.
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A operação envolveu um aporte significativo de aproximadamente R$ 130 milhões por parte da Eztec.
Os recursos foram utilizados na capitalização da Lindenberg, por meio da incorporação das ações da EZ-CAL pertencentes à Eztec e da amortização de parte dos contratos de mútuo existentes entre as empresas.
Segundo Adolpho Lindenberg Filho, sócio e presidente da Lindenberg, essa injeção de capital representa um marco importante para a empresa.
📊 “O fortalecimento da estrutura de capital permitirá a redução da alavancagem financeira e impulsionará novos projetos no mercado imobiliário”, destacou.
A construtora aprovou R$ 26,2 milhões em dividendos intermediários, o que representa R$ 0,0945 por ação ordinária.
No acumulado do primeiro semestre, a Eztec atingiu R$ 1,27 bilhão em vendas líquidas.
Construtora paulistana distribuirá proventos na conta dos acionistas em 29 de maio de 2026.
Construtora paulistana divulga prévia operacional referente ao primeiro trimestre do ano (1T26).
A receita líquida recuou 36,9%, para R$ 268,9 milhões, pressionada pelo ciclo de entregas e pela velocidade das vendas dos lançamentos.
A sinalização reforçou a leitura positiva do BTG Pactual, que manteve recomendação de compra para as ações da companhia.
A construtora vai distribuir 60 milhões de novas ações para os acionistas.
Segundo a incorporadora, esse foi o melhor resultado trimestral dos últimos oito anos, impulsionado pela performance de vendas.
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