Americanas (AMER3): Cade aprova venda do Natural da Terra para o Oba Hortifruti
A transação engloba a venda integral das operações de dez unidades deficitárias localizadas no estado de São Paulo.
Neste sábado (29), a defesa do ex-CEO da Americanas (AMER3), Miguel Gutierrez, confirmou que o executivo está em liberdade, residindo em Madri, capital da Espanha. Gutierrez foi um dos alvos de mandados de prisão na "Operação Disclosure", realizada na última quinta-feira (27) pela Polícia Federal em conjunto com o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro. As informações são do jornal "O Globo".
💸 Na sexta-feira (28), Gutierrez foi detido na Espanha. Na quinta-feira (27), durante a deflagração da operação, a Polícia Federal informou que dois alvos de mandados de prisão estavam no exterior, considerados foragidos, e já haviam sido incluídos na lista de Difusão Vermelha da Interpol pelo Núcleo de Cooperação Internacional.
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Em comunicado assinado pela defesa de Gutierrez, os advogados do ex-CEO da Americanas informaram que ele está atualmente em sua residência em Madri, na Espanha. Segundo a nota, Gutierrez permanece no mesmo endereço comunicado às autoridades espanholas e brasileiras desde 2023, sempre à disposição dos diversos órgãos envolvidos nas investigações em curso.
🚨 “Na data de ontem (28/06), o executivo compareceu espontaneamente ante as autoridades policiais e jurisdicionais com o fim de prestar os esclarecimentos solicitados. Diante do acesso aos autos, Miguel agora poderá exercer sua defesa frente às alegações originadas por delações mentirosas em relação a ele”, disse a defesa.
No mesmo comunicado, a defesa reiterou que Gutierrez "nunca participou ou teve conhecimento de qualquer fraude" e que tem colaborado com as autoridades, fornecendo esclarecimentos nos devidos fóruns. Eles também expressaram novamente sua absoluta confiança nas autoridades brasileiras e internacionais.
A transação engloba a venda integral das operações de dez unidades deficitárias localizadas no estado de São Paulo.
Varejista divulgou balanço do segundo trimestre de 2026 nesta quarta-feira (12).
Despacho que autorizou buscas afirma que há indícios de que acionistas de referência tinham conhecimento das manipulações contábeis da companhia.
A empresa diz que as reclamações dos credores são antigas e já foram respondidas.
A varejista reiterou que os R$ 25,3 bilhões referentes aos lançamentos indevidos e às fraudes contábeis já foram divulgados ao mercado.
Operação apura suposta manipulação de mercado e ocultação de dívidas ligadas ao escândalo contábil da varejista.
Varejista reduziu prejuízo no 1T26 e já recebeu parecer favorável do Ministério Público.
A venda integrou o desinvestimento da Natural da Terra, que foi adquirida pela Americanas em 2021 pelo montante de R$ 2,1 bilhões.
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