Conselho da Telefônica Brasil (VIVT3) aprova incorporação da FiBrasil; veja
A operação não resultará em aumento de capital nem na emissão de novas ações.
📲 A Telefônica Brasil, que opera sob a marca Vivo (VIVT3), distribuirá R$ 500 milhões aos seus investidores na forma de juros sobre o capital próprio (JCP), com valor bruto equivalente a R$ 0,15 por ação, conforme comunicado divulgado nesta segunda-feira (12).
Sujeitos a cobrança de imposto de renda com alíquota de 15%, o montante líquido dos proventos cai para R$ 425 milhões, ou seja, com o JCP correspondente a R$ 0,13 por ação já descontada a mordida do leão da Receita Federal.
Só que para ter direito à distribuição de lucros, os acionistas da empresa de telecomunicações precisarão atender à data-com no próximo dia 22 de maio (quinta-feira). Ou seja, a partir do dia 23 de maio de 2025 (sexta-feira), as ações da Vivo não darão mais acesso (data-ex) aos proventos.
Já a data de pagamento do JCP pode ocorrer até o dia 30 de abril de 2026, sendo que a diretoria da Vivo ainda definirá oportunamente uma data para que essa bolada seja depositada automaticamente na conta de seus investidores.
Vale destacar que tais valores de proventos por ação ainda podem sofrer alterações devido a eventuais compras de ações pela Vivo em seu programa de recompra de ações.
Segundo dados do Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em VIVT3 há dois anos, hoje você teria R$ 1.461,50, já considerando o reinvestimento dos dividendos e JCP. A simulação também aponta que o Ibovespa teria retornado R$ 1.259,90 nas mesmas condições.
➡️ Leia mais: Agenda de dividendos: 8 empresas estão nos últimos dias para aproveitar data-com
A operação não resultará em aumento de capital nem na emissão de novas ações.
Com desconto de 17,5% de IR na fonte, o valor líquido distribuído será de R$ 189,75 milhões, o que representa R$ 0,059 por ação.
Pagadoras de dividendos de peso, como Itaú (ITUB4) e Telefônica Brasil (VIVT3) estão no final calendário em maio de 2026.
Com a transação, a dona da Vivo assumiu 100% da FiBrasil, consolidando integralmente a subsidiária em sua estrutura societária.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia até o dia 27 de maio.
Companhia detalha calendário e critérios para devolução de recursos aos investidores.
A operadora lucrou R$ 1,26 bilhão no 1T26, alta de 19%, impulsionada por pós-pago, fibra e investimentos de R$ 2 bilhões em 5G.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia ao final do pregão de 27 de abril de 2026.
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