Vivo (VIVT3) entrega melhor 1º trimestre em dois anos com lucro de R$ 1,26 bilhão
A operadora lucrou R$ 1,26 bilhão no 1T26, alta de 19%, impulsionada por pós-pago, fibra e investimentos de R$ 2 bilhões em 5G.
Uma das maiores empresas de telefonia do país decidiu reduzir o tamanho do seu capital na bolsa de valores. A Telefônica, controladora da Vivo (VIVT3), vai devolver parte dos recursos aos seus acionistas, conforme destacou em comunicado.
A decisão da companhia influencia na devolução de parte dos valores aplicados pelos investidores. Diante disso, ficou definido que a devolução será de R$ 1,25 por ação ordinária.
“O valor por ação ordinária é calculado com base na posição acionária de 31 de dezembro de 2025 e, em razão do programa de recompra de ações da companhia, poderá sofrer alterações considerando a base acionária a ser verificada em 22 de maio de 2026, sendo que, após esta data, as ações de emissão da companhia serão consideradas ex-direitos da restituição”, diz fato relevante publicado.
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O documento destaca, ainda, que o valor será depositado na conta dos acionistas no dia 14 de julho de 2026. O valor será multiplicado pela quantidade de ações mantidas na carteira no final de maio.
Portanto, um investidor que tem 100 ações, por exemplo, receberá R$ 125,17. Já quem tem 200 papéis da companhia terá direito a um reembolso de R$ 250,34.
A decisão acontece em um momento em que a companhia vem passando por um mau momento na bolsa de valores, depois de divulgar seus resultados do primeiro trimestre de 2026. Mesmo o maior lucro da história não agradou aos investidores, que saíram vendendo suas ações e fizeram o ticker recuar mais de 5% em apenas um pregão.
A empresa viu seu lucro crescer mais de 19% em 12 meses, terminando o 1T26 em R$ 1,2 bilhão. O problema foi que o número não conseguiu atingir a expectativa do mercado, que previa algo na faixa de R$ 1,2 bilhão.
Nesta sexta-feira (15), os papéis operam com alta tímida, mas ainda sofrem um impacto de quase 8% de queda acumulada na semana. Por volta das 11h, cada ação era negociada em R$ 35,60, conforme dados da B3.
Atualmente, o valor de mercado da Vivo é de R$ 114 bilhões, um total que perdeu quase R$ 10 bilhões em poucas semanas. Até o mês passado, a subsidiária brasileira valia mais que a Telefonica espanhola, hoje avaliada em cerca de 22 bilhões de euros, conforme informações da bolsa local.
A operadora lucrou R$ 1,26 bilhão no 1T26, alta de 19%, impulsionada por pós-pago, fibra e investimentos de R$ 2 bilhões em 5G.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia ao final do pregão de 27 de abril de 2026.
A operadora passou a oferecer parcelamento em até 21 vezes para a compra de aparelhos celulares, acessórios e eletrônicos em geral.
Mercado brasileiro mais concentrado ajuda desempenho da operadora; JP Morgan, porém, escolhe concorrente.
Empresa de telefonia, dona da marca Vivo, pagará juros sobre o capital próprio (JCP).
A dona da Vivo aprovou mais uma redução de capital, mediante restituição aos acionistas.
O executivo assumirá novas responsabilidades como Chief Financial Officer.
A base de clientes pós-pagos aumentou 6,5% em 12 meses.
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