Conselho da Telefônica Brasil (VIVT3) aprova incorporação da FiBrasil; veja
A operação não resultará em aumento de capital nem na emissão de novas ações.
📲 A Telefônica Brasil, que opera sob a marca Vivo (VIVT3), obteve lucro líquido de R$ 1,05 bilhão no primeiro trimestre do ano (1T25), crescimento de R$ 18,1% na comparação anual, conforme relatório de resultados divulgado nesta segunda-feira (9).
Já o seu ebitda (lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização) foi de R$ 5,7 bilhões, avanço de 8,1% ante o mesmo período do ano anterior, com margem que subiu de 39% para 39,6%.
Em termos de receita operacional líquida, a empresa de telecomunicações somou R$ 14,39 bilhões no trimestre, alta de 6,2% na comparação anual, sendo que nos últimos 12 meses a receita média mensal por CPF atingiu R$ 62,90. Isso reforça o posicionamento da Vivo como um modelo de negócio com múltiplos serviços aos seus clientes.
No 1T25, a companhia teve 116,1 milhões de acessos de clientes, com expansão de 2,3% na base anual. Só no segmento de telefonia móvel, os acessos totalizaram 102,4 milhões, com 519 municípios com cobertura de 5G.
Em internet fibra, a Vivo já coleciona 29,6 milhões de casas passadas no trimestre, crescimento de 10,5% na comparação anual, conectando 7,2 milhões de domicílios, com 211 mil adições líquidas no período, valores 22% superiores ao mesmo período do ano passado.
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O fluxo de caixa livre da empresa encerrou o trimestre com saldo de R$ 2,12 bilhões, queda de 10,7% na comparação anual, devido ao maior consumo de capital circulante e, dada a diferença no momento do pagamento de parte das taxas regulatórias, que em 2024 foram pagas parte em março e parte em abril, enquanto em 2025 foram totalmente pagas em março, e por maiores desembolsos de financiamento.
A dívida líquida da Vivo somava R$ 12,13 bilhões ao final do 1T25, abaixo do saldo devedor de R$ 13,8 bilhões na reta final de 2024, sendo que o caixa líquido ficou em R$ 2,72 bilhões.
🤑 Vale destacar que a remuneração paga aos acionistas da VIVT3 já alcança R$ 2,57 bilhões até abril de 2025, referentes a juros sobre capital próprio (JCP) declarados no exercício social de 2024, além de valores decorrentes das recompras de ações feitas pela companhia.
A operação não resultará em aumento de capital nem na emissão de novas ações.
Com desconto de 17,5% de IR na fonte, o valor líquido distribuído será de R$ 189,75 milhões, o que representa R$ 0,059 por ação.
Pagadoras de dividendos de peso, como Itaú (ITUB4) e Telefônica Brasil (VIVT3) estão no final calendário em maio de 2026.
Com a transação, a dona da Vivo assumiu 100% da FiBrasil, consolidando integralmente a subsidiária em sua estrutura societária.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia até o dia 27 de maio.
Companhia detalha calendário e critérios para devolução de recursos aos investidores.
A operadora lucrou R$ 1,26 bilhão no 1T26, alta de 19%, impulsionada por pós-pago, fibra e investimentos de R$ 2 bilhões em 5G.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na companhia ao final do pregão de 27 de abril de 2026.
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