Bitcoin entra no 'top 10%' mais barato da história e BTG vê oportunidade rara
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
💲 O Trump Media & Technology Group, companhia por trás da rede social Truth Social e ligada ao ex-presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira (27) que irá investir US$ 2,5 bilhões em bitcoin (BTC), marcando uma das maiores movimentações corporativas recentes no setor de criptoativos.
A empresa busca diversificar sua fonte de receita e, com isso, decidiu direcionar parte relevante de seu capital para a compra da principal criptomoeda do mercado, que será mantida em seu balanço patrimonial ao lado de caixa e aplicações de curto prazo.
Ao fim do primeiro trimestre de 2025, a companhia já possuía US$ 759 milhões em caixa.
Para viabilizar a operação, a Trump Media está captando US$ 2,5 bilhões por meio de duas operações financeiras:
A custódia dos bitcoins será feita por duas plataformas especializadas: Anchorage Digital e Crypto.com.
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Segundo Devin Nunes, CEO da Trump Media, a decisão reforça os pilares da empresa alinhados à agenda política de Trump.
“Vemos o bitcoin como um instrumento do ápice da liberdade financeira. Este é um grande passo para nossa estratégia de adquirir ativos consistentes com os princípios da agenda America First”, declarou.
A entrada da Trump Media no universo do bitcoin reflete um movimento crescente de empresas listadas na bolsa que estão alocando parte de seus recursos em criptomoedas. A inspiração mais evidente vem da Strategy (ex-MicroStrategy), que:
Outras empresas, como GameStop e biotechs menores, também tentam seguir essa trilha em busca de valorização no mercado de capitais.
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O anúncio ocorre em meio à crescente simpatia do governo Trump por ativos digitais. A postura pró-bitcoin pode reforçar ainda mais a adesão do eleitorado jovem e libertário ao ex-presidente, além de influenciar o ambiente regulatório nos EUA.
📈 A expectativa do mercado é que o movimento da Trump Media aumente a legitimidade do BTC como ativo corporativo, impulsione novas adesões institucionais e fortaleça o rali de valorização da criptomoeda, que já opera acima de US$ 103 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
Saída bilionária de ETFs, juros elevados e vendas por grandes investidores pressionam a principal criptomoeda do mercado.
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