Oi (OIBR3) não divulgará balanços do 1T26 e 2T26 e ainda deve números de 2025
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
A turbulência financeira da Oi (OIBR3) também afetou suas controladas Serede – Serviços de Rede S.A. e Tahto, antiga Brasil Telecom Call Center, que entraram com pedido de recuperação judicial no início do mês. Na última quarta-feira (30), foi concedido às duas um prazo de 30 dias para reorganização.
🗨️ Segundo comunicado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro aceitou o pedido de recuperação judicial das subsidiárias, concedendo a elas um prazo de 30 dias de proteção.
A Oi destacou ainda que a iniciativa tem como objetivo manter o funcionamento das operações e permitir a reestruturação das companhias. Após a aprovação do processo, as duas empresas passam a contar com a suspensão de todas as ações judiciais. A companhia disse ainda que manterá seus acionistas e o mercado informados sobre o andamento do processo.
Veja o que determinou a Justiça do Rio:
Oi pediu fim do Chapter 15 nos EUA
A informação chega semanas após a Oi protocolar no tribunal de falências dos Estados Unidos, um pedido para encerrar os processos de Chapter 15. A medida ocorre após a execução de ações previstas no plano de recuperação judicial aprovado em abril de 2024. A empresa entende que, diante do atual estágio do processo no Brasil, não há mais estratégia em manter o Chapter 15.
Leia também: PayPal lança ferramenta para aceitar mais de 100 criptomoedas como forma de pagamento
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
O acionista informou que a alienação das ações não tem como objetivo alterar a estrutura administrativa da companhia.
Empresa em recuperação judicial ainda precisa cumprir rito burocrático para concluir a transação.
De acordo com a manifestação, essa redução poderá tornar a operação da empresa financeiramente insustentável.
Os recursos contestam a decisão da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro.
Victor Adler e pessoas vinculadas passaram a possuir 122 mil ações preferenciais da Oi.
A decisão manteve a liquidação ordenada dos ativos pelo gestor judicial até o julgamento do mérito dos recursos.
A empresa divulgou a informação na última terça-feira (12).
Cadastre sua conta
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?