21 ações que pagarão mais dividendos em 2025, segundo BTG Pactual
Veja a lista de companhias brasileiras que podem garantir uma boa renda passiva
A Shein realizou, nesta terça-feira (1º), sua abertura de capital na bolsa de Hong Kong. A empresa conseguiu levantar o equivalente a US$ 1,7 bilhão (cerca de R$ 8,8 bi) com os investidores.
Com a oferta, o valuation da companhia foi confirmado em US$ 26 bilhões. O valor deixa a empresa bem longe da lista de companhias mais valiosas do mundo, diferente do que aconteceu com os últimos IPOs realizados.
A operação da Shein era bastante esperada pelo mercado, considerando que poucas empresas de varejo online chegaram a este patamar. Portanto, foi considerado um teste de ferro para essas companhias, que têm passado por sérios desafios com o protecionismo aplicado por diversos governos locais.
“Os diversos desafios da Shein são bem conhecidos pelos investidores”, destaca Vey-Sern Ling, diretor-gerente do Union Bancaire Privee. "O crescimento está desacelerando e os prejuízos aumentando em meio à forte concorrência tanto de empresas de comércio eletrônico quanto do setor de fast-fashion. Mais importante ainda, seu modelo de negócios continua sendo afetado pelas mudanças nas regulamentações internacionais”.
Leia mais: Apple (AAPL34): John Ternus assume como CEO e prepara nova era na companhia
Ainda assim, o valuation representa quase 15 vezes os lucros futuros e está bem acima do indicador de referência da bolsa de Hong Kong, o Hang Seng.
A Shein já havia feito planos de chegar à bolsa de valores anteriormente e até chegou a ser avaliada em US$ 100 bilhões. No entanto, o apetite do mercado diminuiu, especialmente pelo crescimento da taxa de juros em vários países, que reduziu a vontade dos investidores por investimentos de risco.
Agora, a empresa tem o desafio de mostrar a quem apostou nela que tem capacidade para continuar crescendo. No Brasil, por exemplo, ganhou alguns pontos nas últimas semanas, depois que o governo federal retirou a chamada “taxa das blusinhas”, um imposto que incidia sobre pequenas encomendas oriundas do exterior.
“A avaliação está na faixa de US$ 26 bilhões, o que, na verdade, é substancialmente mais alto do que a maioria dos varejistas de vestuário”, afirmou Sucharita Kodali, analista da Forrester Research, em entrevista à Bloomberg. “Não seria surpreendente se o valor caísse ainda mais, especialmente se não houver um plano claro ou uma narrativa que tenham apresentado aos investidores sobre o que poderiam fazer a seguir, além desse ecossistema de fast fashion ultrabarato que agora está sendo desafiado essencialmente pela imposição das regras de minimis”, pontua.
Veja a lista de companhias brasileiras que podem garantir uma boa renda passiva
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
Uma varejista surfou o mês embalada por troca em seu conselho de administração e uma companhia área tem perdido bastante valor de mercado
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayla, revela a rentabilidade dos principais investimentos em novembro e nos últimos 12 meses.
Índice de BDRs, carteira de empresas estrangeiras com ações listadas no Brasil, entrega quase 6% ao mês.
Genial Investimentos aponta avenidas de crescimento e preço-alvo da dona da bolsa de valores brasileira
Analistas do banco estudaram a relação dos cortes de juros sobre a lucratividade das companhias.
Cadastre sua conta
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?