Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
🚀 O Bitcoin (BTC) tenta nesta segunda-feira (18) retomar o fôlego, com ligeira alta de 0,6% e negociado por US$ 90.640,00, ao perseguir novas máximas de preço, após na semana passada ter superado o valor de mercado da prata. No entanto, o que chama atenção do BTG Pactual é a alta procura dos investidores por memecoins.
Liderados por tokens como Dogecoin (DOGE) e Pepe (PEPE), as moedas-meme já representam 3,6% do mercado cripto, superando US$ 100 bilhões em capitalização e chamando a atenção de novos investidores.
O envolvimento de players institucionais nesse setor, como a Wintermude, tem trazido legitimidade e liquidez ao setor, conforme ressaltam os analistas Lucas Jose, João Galhardo, Lucas Osório e Matheus Parizotto.
"Apesar disso, a natureza especulativa desses ativos reforça a necessidade de cautela na exposição", afirma o time de especialistas do banco, em relatório.
Isso porque as memecoins são apenas uma subclasse das criptomoedas que giram em torno de piadas populares da internet, e não necessariamente trazem inovações tecnológicas ou aplicações práticas, como o Bitcoin (BTC), por exemplo, que funciona tanto como moeda de pagamento quanto reserva de valor, sendo taxado como o "ouro digital".
Segundo a corretora de ativos digitais Bitso, quem cria memecoins usa piadas que viralizam no mundo cripto para atrair a atenção de especuladores desse mercado e volume de trades.
➡️ Leia mais: Por que PEPE, a moeda-meme do sapo, decola 60% em apenas 1 dia?
O volume de negociação semanal de altcoins (quaisquer criptomoedas que não sejam o Bitcoin) atingiu US$ 300 bilhões, maior nível desde 2021.
A participação do volume de negociação do BTC em relação às 50 maiores criptomoedas por capitalização de mercado caiu para 41%, o menor patamar desde 2022.
🤑 Para o BTG Pactual, esses dados reforçam a busca por diversificação à medida que o mercado cripto entra em uma nova fase do ciclo de alta, o que pode sugerir o início de uma altseason.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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