Bitcoin dispara e desponta como o melhor investimento do 3T26; veja ranking
A criptomoeda voltou a superar a marca dos US$ 80 mil, mas ainda acumula perdas no ano.
🚀 O Bitcoin (BTC) tenta nesta segunda-feira (18) retomar o fôlego, com ligeira alta de 0,6% e negociado por US$ 90.640,00, ao perseguir novas máximas de preço, após na semana passada ter superado o valor de mercado da prata. No entanto, o que chama atenção do BTG Pactual é a alta procura dos investidores por memecoins.
Liderados por tokens como Dogecoin (DOGE) e Pepe (PEPE), as moedas-meme já representam 3,6% do mercado cripto, superando US$ 100 bilhões em capitalização e chamando a atenção de novos investidores.
O envolvimento de players institucionais nesse setor, como a Wintermude, tem trazido legitimidade e liquidez ao setor, conforme ressaltam os analistas Lucas Jose, João Galhardo, Lucas Osório e Matheus Parizotto.
"Apesar disso, a natureza especulativa desses ativos reforça a necessidade de cautela na exposição", afirma o time de especialistas do banco, em relatório.
Isso porque as memecoins são apenas uma subclasse das criptomoedas que giram em torno de piadas populares da internet, e não necessariamente trazem inovações tecnológicas ou aplicações práticas, como o Bitcoin (BTC), por exemplo, que funciona tanto como moeda de pagamento quanto reserva de valor, sendo taxado como o "ouro digital".
Segundo a corretora de ativos digitais Bitso, quem cria memecoins usa piadas que viralizam no mundo cripto para atrair a atenção de especuladores desse mercado e volume de trades.
➡️ Leia mais: Por que PEPE, a moeda-meme do sapo, decola 60% em apenas 1 dia?
O volume de negociação semanal de altcoins (quaisquer criptomoedas que não sejam o Bitcoin) atingiu US$ 300 bilhões, maior nível desde 2021.
A participação do volume de negociação do BTC em relação às 50 maiores criptomoedas por capitalização de mercado caiu para 41%, o menor patamar desde 2022.
🤑 Para o BTG Pactual, esses dados reforçam a busca por diversificação à medida que o mercado cripto entra em uma nova fase do ciclo de alta, o que pode sugerir o início de uma altseason.
A criptomoeda voltou a superar a marca dos US$ 80 mil, mas ainda acumula perdas no ano.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Cadastre sua conta
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?