Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
🐸 O preço da moeda-meme Pepe (PEPE) chegou a disparar mais de 60% no acumulado das últimas 24 horas nesta quarta-feira (13), depois que a criptomoeda despertou o interesse dos especuladores com sua possível listagem ainda hoje na Coinbase (COIN).
Uma das maiores corretoras de ativos digitais do mundo tem planos de listar a memecoin em sua plataforma, conforme postou no Twitter o diretor jurídico da Coinbase, Paul Grewal.
"Você queria o sapo há muito tempo. Bem, em breve você terá o sapo. A Coinbase está adicionando Pepe ao nosso roteiro de listagem com o objetivo de listá-lo ainda hoje. Obrigado pela sua paciência", tuítou o executivo nesta manhã.
Em meio às repercussões da novidade no mundo cripto, o preço de PEPE que estava em US$ 0,00001349 antes da publicação da Coinbase chegou a renovar o seu maior valor de todos os tempos (All Time High — ATH, na sigla em inglês), negociado por US$ 0,00002224, conforme dados da CoinMarketCap.
Outras altcoins também se valorizavam bastante no curto prazo, com o índice GMCI para memecoins avançando mais de 15% nas últimas 24 horas, subindo 66,38 pontos para 505,33 — à medida que o ganho de valor de mercado do Bitcoin (BTC) redistribui a liquidez para todo o mercado cripto.
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PEPE é uma moeda-meme deflacionária lançada na rede blockchain da Ethereum (ETH). A criptomoeda foi criada como uma homenagem ao meme da internet "Pepe the Frog", criado por Matt Furie, que ganhou popularidade no início dos anos 2000.
O projeto visa capitalizar a popularidade de moedas-meme, como Dogecoin (DOGE) e Shiba Inu (SHIB), tendo atualmente o terceiro maior valor de mercado na categoria, acima de US$ 8 bilhões.
🏆 Vale lembrar que PEPE é a memecoin preferida pelos brasileiros e deve estar enriquecendo muitos deles neste novo ciclo de valorização, potencializado pela vitória de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, cuja administração promete ser mais favorável a regulamentação das criptomoedas.
O relatório da Bitso do primeiro semestre do ano revelou que o PEPE é a segunda maior posição na carteira de criptomoedas dos brasileiros, logo atrás do Bitcoin (BTC). Em média, 60% da carteira do investidor brasileiro é composta por Bitcoin e 18% por altcoins, que podem estar vivenciando o início de mais uma altseason.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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