Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
🚀 O Bitcoin (BTC) finalmente parece ter desencantado em setembro, acumulando valorização de 7% no mês, conforme dados da CoinMarketCap. Um dos principais gatilhos de alta para as criptomoedas em 2024 tem sido adesão em massa dos investidores institucionais, mas será que isso é suficiente para dar a largada da altseason?
O termo em inglês se refere aos momentos que os demais ativos digitais que não o Bitcoin, comumente chamados de altcoins, acabam superando percentualmente os ganhos da principal criptomoeda do mundo.
Além do crescente interesse por Bitcoin, as altcoins encontram-se em uma posição estratégica no atual estágio do ciclo de mercado, aponta relatório divulgado pelo BTG Pactual nesta segunda-feira (23).
Embora o Bitcoin continue a atrair grande atenção, a análise de ciclos anteriores sugere que esse movimento pode abrir espaço para oportunidades significativas em outras criptomoedas.
➡️ Leia mais: Acabaram as baixas? Bitcoin (BTC) acelera 7% em setembro
Historicamente, valorizações expressivas no preço do BTC costumam anteceder uma redistribuição de liquidez para as altcoins, resultando em uma forte apreciação desse segmento de criptomoedas.
Para o BTG, a altseason não apenas amplia a visibilidade do mercado de criptoativos, como também ajuda a atrair novos fluxos de capital, expandindo seu alcance global.
🤑 "Altcoins, que tradicionalmente apresentam maior volatilidade, tendem a oferecer retornos mais expressivos durante esses períodos, o que as posiciona como uma oportunidade atraente para investidores dispostos a capturar esse potencial de valorização", comentam os analistas Lucas Josa, Lucas Osorio, João Galhardo e Matheus Parrizotto.
Então, esse padrão histórico indica que ainda há espaço considerável para o crescimento dos demais criptoativos, com a expectativa de que uma nova altseason possa intensificar o interesse e os fluxos de capital para os ativos digitais.
Confira a seguir o quanto o Bitcoin e as altcoins subiram nos últimos ciclos de valorização das criptomoedas nos anos de 2015, 2018, 2021, 2022 e 2024. Paralelamente, esses ciclos acontecem em três fases e estamos atualmente na segunda, conforme os analistas do BTG Pactual:
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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