Petrobras rompe R$ 700 bilhões pela primeira vez na história; veja o motivo
Nesta sexta-feira (2), a petroleira superou R$ 700 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez, e o motivo do salto não foi o petróleo.
Na noite desta sexta-feira (14), a Petrobras (PETR4) informou ao mercado que descobriu hidrocarbonetos em um poço na Foz do Rio Amazonas. A descoberta mostra que o local tem um sistema petrolífero ativo, abrindo caminho para a exploração comercial da área.
Já neste sábado, em entrevista ao jornal O Globo, a presidente da estatal destacou quais devem ser os próximos passos depois da descoberta. Magda Chambriard disse que a companhia deve delimitar a área de descoberta, mas destaca que o achado “esquenta muito o bloco de exploração”.
“É uma descoberta, mas ainda não é uma descoberta comercial. Agora, nós vamos continuar furando o poço até o fundo”, afirmou Magda. “Eu acho que esquenta toda a área. E nos anima na direção de uma nova província. Uma província que, se se desenhar conforme a expectativa, contribui bastante para a reposição de reservas que a gente precisa para o pós-pico do pré-sal”, disse.
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Ela destaca que os trabalhos atuais estão previstos para serem concluídos no fim deste mês de agosto. Depois disso, a companhia terá que pedir uma nova licença ambiental para perfurar outros três poços na região.
“Esse poço (com a presença de hidrocarbonetos) é o firme. E tem o pedido de autorização para mais três poços no bloco. Quando pedimos a licença, a gente pediu tudo junto. O Ibama ainda está analisando mais três poços, e o passo seguinte é furar os outros três”, disse.
Chambriard afirmou que já conversou com o presidente Lula sobre o assunto. "Fica todo mundo contente porque isso é uma coisa muito importante. Mas ainda não é possível uma quantificação de volume. Uma descoberta não é o mesmo que uma descoberta comercial”, completou.
Os compostos orgânicos que indicam a presença de petróleo foram encontrados no poço Morpho, que está localizado a menos de 200 quilômetros da costa do Amapá, no norte do país. O achado foi possível graças à identificação de perfis elétricos e de indicativos observados em rochas durante a perfuração.
Nesta sexta-feira (2), a petroleira superou R$ 700 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez, e o motivo do salto não foi o petróleo.
O achado foi realizado no poço Morpho, em águas ultraprofundas da costa do Amapá.
Nesta quinta-feira (1º), a estatal elevou em 11,8% o preço do QAV, que já acumulou alta superior a 25% em apenas dois meses.
Ministério Público Federal pede paralisação imediata dos trabalhos de perfuração na região.
O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais não encontrou provas suficientes para favorecer a estatal.
Pelo acordo, a Petrobras comprará 0,8 milhão de toneladas por ano de GNL.
O petróleo tipo Brent já flerta os US$ 106 por barril e favorece as petroleiras brasileiras.
O repasse contempla as operações realizadas pela estatal entre os dias 16 e 31 de julho de 2026.
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