Bitcoin dispara 25% em uma semana e entra no ranking de 1% das maiores altas
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
🚨 O Bitcoin (BTC) rompeu a barreira dos US$ 82.000 nesta segunda-feira (11), registrando uma alta histórica impulsionada por um cenário favorável no cenário político dos Estados Unidos.
Esse aumento acentuado de valor ocorre em meio ao apoio recente do presidente eleito, Donald Trump, que demonstrou publicamente sua simpatia pela indústria de ativos digitais e anunciou planos ambiciosos para o setor.
A vitória decisiva de Trump nos estados-chave e a nova composição do Congresso, agora mais alinhada ao mercado cripto, parecem ter lançado um novo entusiasmo sobre o futuro das criptomoedas no país.
No domingo, o Bitcoin já indicava essa movimentação ao registrar uma alta de 6,1%, e as expectativas continuaram em alta até a manhã de segunda-feira, quando a criptomoeda atingiu a marca de US$ 82.300.
Este avanço não só posiciona o Bitcoin em um patamar de valorização recorde, como também influencia positivamente outras criptos menores, como o Dogecoin, que também registrou ganhos.
A participação ativa de figuras como Elon Musk no cenário cripto contribuiu para esse crescimento.
Durante sua campanha, Trump sinalizou que pretende transformar os EUA em um centro global de inovação digital, com foco especial em criptomoedas.
Entre as medidas mencionadas estão a criação de uma reserva estratégica de Bitcoin e a nomeação de reguladores que compartilhem de uma visão positiva sobre ativos digitais.
Apesar de ainda haver incertezas sobre a viabilidade e o ritmo de implementação dessas propostas, o mercado reagiu de maneira entusiástica à ideia de uma nova era para as criptomoedas sob a administração Trump.
Essas promessas, somadas à política mais ampla de Trump de incentivo ao crescimento econômico interno e redução de regulamentações, têm provocado um aumento significativo nas compras de ativos financeiros diversos, incluindo ações e títulos de crédito.
Apenas na última semana, o índice S&P 500 registrou sua 50ª alta recorde do ano, refletindo o otimismo generalizado no mercado.
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Parte desse aumento no preço do Bitcoin pode ser atribuída a uma crescente demanda institucional por criptoativos, especialmente após a aprovação de ETFs de Bitcoin nos EUA.
Um exemplo é o iShares Bitcoin Trust da BlackRock, que recentemente registrou um fluxo diário recorde de US$ 1,4 bilhão, indicando uma forte reentrada de capital após o resultado das eleições.
Esse movimento está sendo impulsionado pela expectativa de políticas mais favoráveis ao setor e pelos cortes nas taxas de juros promovidos pelo Federal Reserve.
Para Richard Galvin, fundador da DACM, uma empresa de investimentos focada em ativos digitais, o mercado institucional foi cauteloso antes das eleições, mas agora retorna com força, gerando uma pressão de compra que pode sustentar essa alta no Bitcoin e outras criptomoedas.
“A vitória de Trump deve manter o impulso de valorização no mercado cripto, especialmente entre os investidores institucionais que veem um cenário de menor repressão regulatória”, explica Galvin.
O governo Trump sinaliza uma abordagem oposta à adotada pela administração anterior, que frequentemente criticava e impunha restrições ao setor de criptomoedas.
Sob o comando de Joe Biden, a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC), liderada por Gary Gensler, intensificou a fiscalização das atividades cripto, especialmente após a crise de 2022, que incluiu a falência da FTX, uma das maiores corretoras do setor.
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Empresas do segmento digital investiram pesadamente em campanhas de candidatos pró-cripto, buscando uma nova era de regulamentações mais brandas e maior liberdade para operar.
Agora, com uma administração republicana no Congresso e na Casa Branca, o mercado se mostra mais confiante de que regulamentações mais favoráveis estarão a caminho.
A valorização de cerca de 94% do Bitcoin em 2024 reflete o crescente apetite por ativos digitais e a entrada de investidores institucionais.
A combinação do apoio governamental, demanda institucional e crescimento de veículos de investimento como os ETFs de Bitcoin pode pavimentar o caminho para um crescimento sustentável da indústria.
Enquanto o mercado aguarda mais detalhes sobre os planos de Trump para o setor, o momento é de otimismo para investidores de criptomoedas, que esperam um cenário mais estável e propício para ativos digitais nos próximos anos.
📈 Para quem acompanha o mercado, as próximas semanas serão decisivas para confirmar se o Bitcoin realmente se manterá como um ativo estratégico na nova administração.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
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