Petrobras (PETR4) admite que conflitos globais podem impactar seus resultados
Estatal também alerta para impactos da reforma tributária, que entra em vigor neste ano.
A Petrobras (PETR4) informou que seu novo plano estratégico, para o período de 2025 a 2029, já está em análise e não deve apresentar grandes alterações em relação ao plano anterior.
💬 Clarice Coppetti, diretora de assuntos corporativos da Petrobras, confirmou que o plano estratégico da companhia para o período de 2025 a 2029 será aprovado no dia 21 de novembro e divulgado ao público no dia seguinte, na sede da Firjan.
“O plano está pronto, tudo fechado para ser divulgado no dia 22. Está todo estruturado, sendo aprovado nas instâncias da companhia. Já está sendo encaminhado no nosso Conselho de Administração da Petrobras“, disse Coppetti.
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🗣️ Além do plano quinquenal, a petroleira apresentará sua visão de longo prazo, com projeções para o ano de 2050. A informação foi divulgada durante evento paralelo do G20, no Rio de Janeiro. Coppetti, no entanto, não detalhou os investimentos, mas assegurou que o plano seguirá a mesma direção.
“Nenhuma empresa do tamanho da Petrobras, com a responsabilidade que tem, faz, de um ano para outro, uma mudança radical no plano estratégico...Nós queremos, sim, manter o nosso nível de reserva e vamos continuar com as nossas campanhas de perfuração", disse.
💸 Nos bastidores, circulam informações de que a Petrobras pode investir cerca de US$ 110 bilhões no período de 2025 a 2029, um valor superior aos US$ 102 bilhões previstos no plano anterior, que não foi totalmente cumprido.
Estatal também alerta para impactos da reforma tributária, que entra em vigor neste ano.
Só a Petrobras pagará R$ 8 bilhões em JCP, o equivalente a um valor bruto de R$ 0,65 por ação.
O BofA elevou a recomendação para as ações da estatal de neutra para compra, elevando o preço-alvo de R$ 49 para R$ 65.
O índice chegou à máxima de 198.665 pontos pela manhã, com alta próxima de 1%, mas recuou ao longo do pregão.
A estatal comprou uma participação de 75% em um bloco offshore de São Tomé e Príncipe.
No total, empresa liberou R$ 42 bi relativos ao ano passado.
União e minoritários indicaram dois nomes cada um; representante dos funcionários manteve cadeira.
A reunião começa às 14h, horário de Brasília, no Centro do Rio de Janeiro.
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