Oncoclínicas (ONCO3) despenca na Bolsa com recuperação extrajudicial no radar
A queda ocorreu após a negação de um aporte de R$ 500 milhões e a confirmação de que a empresa avalia uma recuperação extrajudicial.
O Conselho de Administração da Oncoclínicas (ONCO3) aprovou, por unanimidade, um aumento de capital de R$ 1,5 bilhão. A medida, que envolve a emissão de 115,4 mil novas ações, visa captar recursos para financiar a expansão da empresa e aprimorar ainda mais os serviços prestados aos pacientes. Com isso, as ações da empresa dispararam 17,72%, a R$ 8,77, às 14h18.
💲 O aporte histórico, composto por R$ 1 bilhão em novas ações subscritas pelos fundos Quíron e Tessália e R$ 500 milhões subscritos pelo CEO da empresa, Bruno Lemos Ferrari, consolida a posição da Oncoclínicas como referência nacional em oncologia, sendo assim, a nova emissão está estimada em R$ 13,00, representando uma alta de 74%.
"O Aumento de Capital será realizado por meio de subscrição privada, respeitando-se o direito de preferência dos atuais acionistas da Companhia, motivo pelo qual os acionistas que deixarem de exercer seu respectivo direito de preferência terão a sua participação societária na Companhia diluída", disse a empresa em nota.
💰 A Oncoclínicas se destaca como uma das principais redes de clínicas oncológicas do Brasil. Fundada em 2010, a empresa se consolidou como referência nacional em oncologia, reunindo um corpo clínico altamente qualificado e experiente, além de investir em tecnologia de ponta para oferecer diagnósticos precisos e tratamentos personalizados aos seus pacientes.
Com unidades localizadas em diversas regiões do país, a empresa oferece uma ampla gama de serviços oncológicos, desde consultas e exames até procedimentos complexos e acompanhamento pós-tratamento. Além disso, em 2021, a empresa abriu capital na B3, a bolsa de valores brasileira, captando recursos para financiar sua expansão e aprimorar ainda mais seus serviços.
Leia também: Quais são os 5 FIIs campeões em Dividend Yield?
A queda ocorreu após a negação de um aporte de R$ 500 milhões e a confirmação de que a empresa avalia uma recuperação extrajudicial.
A companhia também ressaltou que avalia alternativas financeiras junto à administração e seus assessores.
O montante impressiona por ser mais de três vezes superior ao prejuízo de R$ 132 milhões no período anterior.
A decisão, segundo a companhia, foi motivada por fatores macroeconômicos.
Empresa ganha tempo para reestruturar dívidas e atrai novos aportes
Companhia vai receber até R$ 150 milhões para comprar remédios e normalizar atendimentos.
Com a perda do apoio da Porto e Fleury, a companhia ainda negocia alternativas de capitalização, segundo o JP Morgan.
Oncoclínicas vai avaliar outras formas de reestruturar suas contas, enquanto busca proteção judicial contra credores.
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?