Oi (OIBR3) não divulgará balanços do 1T26 e 2T26 e ainda deve números de 2025
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
A Justiça dos Estados Unidos deu aval ao Plano de Recuperação Judicial (RJ) da Oi (OIBR3) e suas subsidiárias. A decisão, proferida pela Corte de Falência do Distrito Sul de Nova York na última segunda-feira (17), garante plena vigência ao plano em território americano. Agora, a Oi poderá dar seguimento às ações previstas no plano.
💸 A aprovação do RJ (Plano de Recuperação Judicial) da companhia não apenas garante a vigência do plano em território americano, mas também traz um benefício adicional: a dispensa da oferta e venda de valores mobiliários relacionados ao plano dos requisitos de registro nos EUA.
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Conforme comunicado, o processo agora segue as diretrizes do Chapter 15, destinado a empresas devedoras nos EUA. Essa decisão afeta subsidiárias da empresa, como Portugal Telecom Finance BV e Oi Brasil Holdings Coöperatief. Vale citar que o plano já tinha sido aprovado pelos credores em assembleia geral ocorrida em abril e recebeu homologação do Juízo da RJ em maio.
🗣️ “A decisão e ordem da Corte de Falência dos Estados Unidos dispensa, ainda, a oferta e venda de valores mobiliários distribuídos no contexto do plano de RJ de requisitos de registro dos Estados Unidos que seriam aplicáveis”, informou a empresa em comunicado.
O anúncio chegou no mesmo dia em que a empresa começou a negociar suas ações de forma agrupada, na proporção de 10 para 1. No entanto, a companhia viu suas ações preferenciais derreterem 14,04% na última segunda (17), sendo negociadas a R$ 13,41. Por outro lado, as ações ordinárias recuaram 11,20%, a R$ 4,44.
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
O acionista informou que a alienação das ações não tem como objetivo alterar a estrutura administrativa da companhia.
Empresa em recuperação judicial ainda precisa cumprir rito burocrático para concluir a transação.
De acordo com a manifestação, essa redução poderá tornar a operação da empresa financeiramente insustentável.
Os recursos contestam a decisão da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro.
Victor Adler e pessoas vinculadas passaram a possuir 122 mil ações preferenciais da Oi.
A decisão manteve a liquidação ordenada dos ativos pelo gestor judicial até o julgamento do mérito dos recursos.
A empresa divulgou a informação na última terça-feira (12).
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