Oi (OIBR3) não divulgará balanços do 1T26 e 2T26 e ainda deve números de 2025
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
📈 A Oi (OIBR3), uma das maiores operadoras de telecomunicações do Brasil e atualmente em processo de recuperação judicial, registrou um marco relevante em sua trajetória.
A gestora Ashmore aumentou sua participação acionária na companhia, atingindo cerca de 9,48% das ações após receber 31,3 milhões de papéis.
Esse movimento reflete a conversão de créditos no aumento de capital, conforme deliberações do conselho de administração da empresa em agosto e novembro deste ano.
A transação é um desdobramento estratégico para a capitalização da operadora, que busca fortalecer sua posição financeira em meio aos desafios impostos pela recuperação judicial.
A medida está alinhada aos esforços contínuos da Oi para reestruturar sua dívida e atrair investidores estratégicos.
Paralelamente, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deu sinal verde para a última etapa da transição do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) do regime de concessão para autorização.
A formalização desse novo termo possibilitará à Oi reduzir custos relacionados à infraestrutura legada, além de impulsionar a venda de ativos imobiliários, um passo crucial para o reequilíbrio econômico-financeiro da companhia.
➡️ Leia mais: CSN (CSNA3) pagará ‘bolada’ de R$ 730 milhões em dividendos; veja como receber
Com essas mudanças, a empresa avança em um momento decisivo que poderá redefinir seu modelo de negócios, priorizando eficiência operacional e sustentabilidade financeira.
A reestruturação pode, ainda, abrir caminho para novas oportunidades de mercado e atrair maior interesse do setor privado.
O aumento de capital promovido pela Ashmore e a migração para o regime privado destacam a capacidade da Oi em superar desafios regulatórios e financeiros.
📈 Resta acompanhar como essas iniciativas impactarão a estratégia de longo prazo da companhia e sua posição no setor de telecomunicações.
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
O acionista informou que a alienação das ações não tem como objetivo alterar a estrutura administrativa da companhia.
Empresa em recuperação judicial ainda precisa cumprir rito burocrático para concluir a transação.
De acordo com a manifestação, essa redução poderá tornar a operação da empresa financeiramente insustentável.
Os recursos contestam a decisão da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro.
Victor Adler e pessoas vinculadas passaram a possuir 122 mil ações preferenciais da Oi.
A decisão manteve a liquidação ordenada dos ativos pelo gestor judicial até o julgamento do mérito dos recursos.
A empresa divulgou a informação na última terça-feira (12).
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?