Petrobras (PETR4) investe R$ 1,3 bi em reforma para reocupar edifício-sede no Rio
A diretoria da Petrobras volta a despachar do prédio na próxima quarta-feira (17).
📈 As últimas semanas não têm sido as melhores para a Petrobras (PETR4), que viu suas ações caírem cerca de 3% no intervalo de um mês. No entanto, esse desempenho não foi capaz de fazer o Itaú BBA olhar o ticker com maus olhos.
Nesta segunda-feira (16), os analistas do banco passaram a recomendar as ações da petroleira com um novo preço-alvo. Eles preveem que nos próximos meses, a companhia vai testar um avanço significativo de 31%, alcançando o preço-alvo de R$ 48.
Na análise interna, a estatal tem apresentado resultados sólidos e fundamentos robustos sem que haja um horizonte de mudanças drásticas a curto prazo. Eles também chamaram a atenção para os dividendos da companhia que podem chegar a 14% em 2025.
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“Vemos as ações sendo negociadas a 3,0x EV/EBITDA, 4,3x P/E e um potencial rendimento de dividendos de 14% para 2025”, disseram os analistas Monique Martins Greco Natal, Eric de Mello e Bruna Amorim.
Sobre os proventos, os especialistas fizeram questão de mencionar que os preços do petróleo no mercado internacional podem fazer essa expectativa variar para mais ou menos. Eles consideraram também os investimentos que a empresa deve fazer nos próximos meses.
“De qualquer forma, mesmo considerando grandes variações no capex orgânico e possíveis fusões e aquisições (M&As), o rendimento ordinário de dividendos continua acima da média dos pares internacionais”, frisaram.
A diretoria da Petrobras volta a despachar do prédio na próxima quarta-feira (17).
A Petrobras deve fechar outras parcerias com a Pemex este mês, durante a visita do presidente da empresa, Juan Carlos Carpio.
A negociação também amplia a parceria entre Petrobras e Equinor na Bacia de Campos.
O objetivo é apoiar iniciativas capazes de fortalecer cadeias de coleta de óleo residual.
Investidores têm até o fechamento do pregão para entrar na lista de pagamento dos proventos anunciados pela estatal.
Com isso, o preço médio cobrado às distribuidoras cai para R$ 3,30 por litro nesta 2ª feira (1º).
Só a Petrobras pagará R$ 9 bilhões em JCP de acordo com a posição desta 2ª feira (1º).
Estatal avalia estudos técnicos para ampliar operações ligadas ao gás natural.
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