Renda fixa pagando dividendos mensais? BDIF11 tem debêntures atrativas e brotam analistas
FI-Infras permitem que investidores tenham acesso a uma carteira diversificada de debêntures incentivadas.
🤑Os fundos de infraestrutura (FI-Infra) estão pagando em torno de 1% ao mês em dividendos aos seus cotistas em agosto. Eles são bastante semelhantes aos fundos imobiliários, também contando com isenção de imposto de renda. Mas, uma das diferenças é que dão acesso ao mercado de debêntures, que ainda guarda uma boa relação de risco/retorno.
Conforme o BTG Pactual, as debêntures apresentam uma tendência de fechamento em seus spreads no mês. Ou seja, as taxas de rentabilidade que as empresas pagam por tomarem emprestado o dinheiro dos investidores estão menores, acompanhando o movimento dos títulos públicos no Tesouro Direto.
Por outro lado, isso significa ganhos com marcação a mercado, por conta da subida de preço dos títulos.
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🔎Mas quais seriam outras razões para a queda dos spreads das debêntures? Na visão dos analistas, também entra na conta o fluxo de compradores gerado pelas mudanças tributárias relacionadas aos fundos exclusivos e à restrição de acesso à emissão de CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) e CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliário).
"Apesar de já observarmos algumas debêntures negociando com spreads mais baixos, ainda observamos o mercado de FI-Infra remunerando cerca de 1% ao mês aos cotistas", destacam os analistas de crédito privado Frederico Khouri e Luis Gonçalves, em relatório.
Considerando o momento de queda das taxas das debêntures, é preciso muito mais análise para selecionar fundos de infraestrutura (FI-Infra) que ainda pagam bons rendimentos passivos ao investidor.
📌Por isso, o BTG Pactual recomendou três FI-Infra dentro da sua carteira de Top Fundos Listados em agosto. Além de serem tão acessíveis quanto os fundos imobiliários, o FI-Infra permite que o investidor pessoa física em geral tenha acesso a debêntures mais rentáveis antes só exclusivas a investidores qualificados e profissionais.
Veja a seguir os três FI-Infra com recomendação de especialistas para agosto:
(BDIF11): foi constituído para investir em debêntures de infraestrutura e ativos incentivados. O veículo proporciona isenção de imposto de renda aos rendimentos e ganhos de capital de pessoas físicas. Além de ser negociado em bolsa, o fundo conta com formador de mercado para prover liquidez às cotas no mercado secundário.
O BDIF11 busca um retorno equivalente ao Tesouro IPCA+ de vencimento equivalente ao portfólio e prazo indeterminado. Vale reforçar que as debêntures do BDIF11 (já considerando os efeitos da marcação a mercado na cota patrimonial) têm um valor de mercado superior ao das cotas negociadas no mercado secundário.
(JURO11): visa investir em títulos privados, com temas relacionados aos setores de infraestrutura com objetivo de acompanhar a variação do Tesouro IPCA+ acrescido de um spread de 1,5% a 2,5% ao ano considerando um vencimento próximo à da carteira.
O ativo tem uma estratégia mista entre carrego de papéis ilíquidos e giro de portifólio para ganho de capital em debêntures líquidas, aproveitando as melhores oportunidades em cada tipologia específica. O fundo costuma adotar a particularidade de montar sua posição praticamente inteira protegida (hedge).
(CDII11): é um fundo de renda fixa que investe seus recursos em debêntures incentivadas dos mais variados setores, como geração e distribuição de energia, saneamento, óleo e gás, entre outros. O fundo possui como meta entregar aos seus investidores um retorno equivalente à taxa de CDI+ 2,0% ao ano.
Por fim, as negociações das cotas do CDII11 no mercado secundário contam com a intermediação do Banco Fator, que atua como formador de mercado, auxiliando na liquidez do papel.
FI-Infras permitem que investidores tenham acesso a uma carteira diversificada de debêntures incentivadas.
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