STF julga prisão de ex-presidente do BRB (BSLI4) nesta quarta-feira (22)
A análise deve ser concluída até as 23h59 da próxima sexta-feira (24).
O Banco de Brasília (BRB-BSLI4) foi autorizado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, a adquirir o Banco Master. O projeto de lei aprovado prevê a compra de 58% do capital social do Master, sendo 49% em ações ordinárias e 100% em ações preferenciais.
💰 A proposta será encaminhada ao governador Ibaneis Rocha para sanção, mas a transação só será concluída com o aval do Banco Central. Segundo fato relevante, o BRB afirmou que a incorporação do Banco Master faz parte de sua estratégia de expansão e fortalecimento de atuação no setor financeiro.
Inicialmente, a operação anunciada em março previa R$ 50 bilhões em ativos, descontados R$ 23 bilhões considerados de baixa liquidez ou problemáticos. No entanto, nas tratativas finais com o Banco Central, o BRB ficará com R$ 25 bilhões em ativos, enquanto R$ 48 bilhões ficaram fora do negócio.
No 1º trimestre de 2025, o Banco Master registrou lucro líquido de R$ 57,7 milhões, segundo informações do sistema IFData, do Banco Central, uma queda de 3% em relação ao mesmo período do ano passado.
🏦 A carteira de crédito encerrou março em R$ 25,8 bilhões, alta de 24% em 12 meses. Os ativos chegaram a R$ 87 bilhões, frente a R$ 41,8 bilhões um ano antes, enquanto o passivo subiu de R$ 39 bilhões para R$ 83 bilhões. O patrimônio líquido avançou 59%, alcançando R$ 3,5 bilhões.
O índice de Basileia do banco ficou em 10,5% no fechamento de março, estável em relação a 2024. O indicador, que mede a capacidade da instituição de expandir crédito sem comprometer a solvência, exige nível mínimo de 11% conforme regra do BC.
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A análise deve ser concluída até as 23h59 da próxima sexta-feira (24).
O Banco de Brasília (BSLI4) comprou mais de R$ 12 bilhões em carteiras de crédito de Daniel Vorcaro.
Paulo Henrique Costa teria recebido propina para facilitar transações do BRB com o Master.
O relatório já foi enviado à PF, para a adoção das "eventuais medidas cabíveis".
O BRB pediu ao STF que ativos identificados nas investigações do caso Master sejam reservados para ressarcir as partes lesadas.
Durigan negou federalização, mas disse que bancos públicos poderiam comprar ativos do BRB.
Pedido envolve possível apoio da Caixa e empréstimo bilionário do FGC.
Ao menos outras nove empresas listadas na B3 também não apresentaram o balanço no prazo.
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