Brava Energia (BRAV3) tem produção diária de 79,8 mil barris em abril
O desempenho do mês foi impulsionado principalmente pela produção offshore.
A Brava Energia (BRAV3) comunicou ao mercado nesta quinta-feira (30) que o atual diretor de operações offshore, Carlos Ferraz Mastrangelo, encerrará seu mandato em abril de 2025, por motivos pessoais.
💲 A decisão foi comunicada ao conselho da companhia. Mastrangelo deixa o cargo após ter concluído etapas importantes, como a implantação e o início de operação do Sistema Definitivo de produção do Campo de Atlanta.
Carlos José do Nascimento Travassos foi aprovado pelo conselho da Brava para assumir a diretoria de operações offshore. Travassos inicia sua atuação nesta quinta-feira como diretor-adjunto não-estatutário, e a oficialização como diretor estatutário deve ocorrer até abril.
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A decisão chega dias após a empresa conseguir autorização definitiva da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) para atualização definitiva dos sistemas de medição do campo de Papa-Terra. A operação do ativo ficou paralisada do início do dia 25 de janeiro até o início do dia 26 de janeiro para o cumprimento da última exigência da ANP.
“Após comprovar o sucesso das intervenções realizadas no FPSO 3R-3, com o devido atendimento às exigências da ANP, a NFP concedeu autorização definitiva para operação, sem qualquer exigência ou pendência remanescente”, diz o comunicado.
🗣️ Carlos José do Nascimento Travassos, engenheiro mecânico com pós-graduação em gestão de negócios em óleo e gás e energias renováveis, foi o nome escolhido para assumir a diretoria de operações offshore da Brava Energia.
O comunicado da empresa ressaltou seus 39 anos de experiência, com passagens pela Braskem (onde atuou como vice-presidente de investimento e tecnologias digitais até dezembro de 2024), pela Petrobras (onde trabalhou por 35 anos, no Brasil e no exterior) e pela Marinha do Brasil (onde atuou por quatro anos no segmento de construção naval).
O desempenho do mês foi impulsionado principalmente pela produção offshore.
Petroleira resultante da fusão entre 3R Petroleum e Enauta vende fatia em Jubarte à Petrobras.
Com as duas operações combinadas, a Ecopetrol passaria a deter 51% do capital da Brava, assumindo o controle da companhia.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na base da empresa até esta segunda-feira (20).
O crescimento da produção foi sustentado, principalmente, pela performance dos campos de Atlanta e Papa-Terra.
Do total produzido em fevereiro, 52,4 mil boe/d vieram de ativos offshore.
A autorização, contudo, está condicionada a duas determinações, diz o comunicado.
Do total produzido no mês, 45,7 mil boe/d vieram de ativos offshore.
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