Do zero a trilhões de dólares: Entenda como o Bitcoin desafia a história do dinheiro
Entenda a história do Bitcoin, o papel do halving nos ciclos de preços e por que o ativo entrou no radar institucional.
📈 O Bitcoin (BTC) começou o segundo semestre de 2025 com leve oscilação, sendo negociado nesta terça-feira (1º) ao redor dos US$ 106 mil.
A movimentação ocorre em um cenário de ajuste de carteiras, prática comum no início de mês e semestre, que costuma gerar volatilidade adicional nos mercados financeiros, inclusive nas criptomoedas.
Apesar da indefinição desta terça-feira, o primeiro semestre foi positivo para o Bitcoin, que registrou alta de pouco mais de 14% no acumulado de janeiro a junho.
Apenas em junho, a valorização foi de 11%, refletindo a retomada do apetite dos investidores por ativos digitais após um período de correção.
A performance da maior criptomoeda do mundo ficou próxima ao desempenho do Ibovespa, que subiu 15,44% no mesmo período.
Embora sejam ativos com perfis muito distintos — o BTC é precificado em dólar, enquanto o Ibovespa reflete ativos brasileiros em reais —, a comparação ilustra o movimento de otimismo generalizado observado no primeiro semestre nos mercados emergentes e de risco.
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Analistas destacam que, embora o Bitcoin tenha perdido parte da tração observada em 2024, continua em trajetória ascendente em 2025, impulsionado por fatores como a adoção institucional, oferta limitada e otimismo com a tecnologia blockchain.
Com a virada do mês e do semestre, o mercado de criptoativos tende a registrar um volume maior de realocação de portfólios, especialmente por parte de fundos institucionais, o que aumenta a volatilidade pontual.
Esse tipo de movimento é considerado natural e não altera, por si só, a tendência de médio prazo do mercado.
📊 Enquanto isso, as bolsas asiáticas encerraram o dia sem direção única, e os mercados da Europa e futuros de Wall Street operam em queda, contribuindo para o clima de cautela global que também impacta o universo cripto.
Entenda a história do Bitcoin, o papel do halving nos ciclos de preços e por que o ativo entrou no radar institucional.
Perfis de investidores selecionados poderão negociar contratos derivativos, prevendo eventos para cada ativo.
Questões geopolíticas no Oriente Médio também ditam os preços das criptomoedas na semana.
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A criptomoeda atingiu os US$ 73 mil nesta quarta-feira (4), o maior valor em um mês.
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.
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