Bitcoin entra no 'top 10%' mais barato da história e BTG vê oportunidade rara
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
📈 O Bitcoin (BTC) começou o segundo semestre de 2025 com leve oscilação, sendo negociado nesta terça-feira (1º) ao redor dos US$ 106 mil.
A movimentação ocorre em um cenário de ajuste de carteiras, prática comum no início de mês e semestre, que costuma gerar volatilidade adicional nos mercados financeiros, inclusive nas criptomoedas.
Apesar da indefinição desta terça-feira, o primeiro semestre foi positivo para o Bitcoin, que registrou alta de pouco mais de 14% no acumulado de janeiro a junho.
Apenas em junho, a valorização foi de 11%, refletindo a retomada do apetite dos investidores por ativos digitais após um período de correção.
A performance da maior criptomoeda do mundo ficou próxima ao desempenho do Ibovespa, que subiu 15,44% no mesmo período.
Embora sejam ativos com perfis muito distintos — o BTC é precificado em dólar, enquanto o Ibovespa reflete ativos brasileiros em reais —, a comparação ilustra o movimento de otimismo generalizado observado no primeiro semestre nos mercados emergentes e de risco.
➡️ Leia mais: BB Seguridade (BBSE3) anuncia R$ 3,77 bilhões em dividendos ;confira
Analistas destacam que, embora o Bitcoin tenha perdido parte da tração observada em 2024, continua em trajetória ascendente em 2025, impulsionado por fatores como a adoção institucional, oferta limitada e otimismo com a tecnologia blockchain.
Com a virada do mês e do semestre, o mercado de criptoativos tende a registrar um volume maior de realocação de portfólios, especialmente por parte de fundos institucionais, o que aumenta a volatilidade pontual.
Esse tipo de movimento é considerado natural e não altera, por si só, a tendência de médio prazo do mercado.
📊 Enquanto isso, as bolsas asiáticas encerraram o dia sem direção única, e os mercados da Europa e futuros de Wall Street operam em queda, contribuindo para o clima de cautela global que também impacta o universo cripto.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
Saída bilionária de ETFs, juros elevados e vendas por grandes investidores pressionam a principal criptomoeda do mercado.
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?