Fundador do Nubank (ROXO34) vira conselheiro na OpenAI, mãe do ChatGPT
O colombiano David Vélez, que construiu um império financeiro no Brasil, chega ao board da inteligência artificial.
🚨 O Nubank (ROXO34) parece ter conquistado de vez o coração de Wall Street e dos investidores brasileiros.
Depois de anos sendo visto como promessa em meio a questionamentos sobre rentabilidade e riscos no crédito, o banco digital agora colhe elogios de peso de grandes instituições financeiras.
Desde a divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2025, os papéis do Nubank acumulam alta de 15% nas mínimas do mês, refletindo uma onda de revisões positivas em relatórios de analistas.
O movimento contrasta com a performance mais tímida de tradicionais bancos brasileiros, como o Banco do Brasil (BBAS3), que recentemente decepcionou parte do mercado com dividendos mais magros.
Na última semana, três gigantes revisaram suas projeções para o Nubank:
O tom dos relatórios mostra que os analistas estão mais confiantes na capacidade do banco digital de gerar lucro de forma consistente.
Segundo o Itaú BBA, as preocupações com a lucratividade do cartão de crédito e com o ciclo de inadimplência “diminuíram”, diante de uma economia doméstica mais resiliente e da capacidade de adaptação do Nubank.
➡️ Leia mais: Banco do Brasil (BBAS3): Dividendos magros derrubam atratividade, diz Safra
No segundo trimestre, o Nubank reportou aumento de 42% no lucro líquido em relação ao mesmo período do ano passado.
O banco também mostrou força no México, onde a operação tem avançado rapidamente, e destacou novas frentes de crédito, como o consignado.
O BTG Pactual, por exemplo, afirmou que já vinha “flertando” com o upgrade há meses e que a combinação de expansão internacional com ganho de eficiência torna o momento da fintech mais atrativo.
Enquanto o Nubank surpreende positivamente, o Banco do Brasil enfrenta um cenário desafiador.
O Safra, por exemplo, cortou o preço-alvo de BBAS3 de R$ 26 para R$ 23, apontando riscos ligados ao crédito agrícola e dividendos menos generosos.
📊 A comparação reforça a mudança de percepção dos investidores: de promissora startup questionada pela sua sustentabilidade, o Nubank passou a ser visto como alternativa sólida de crescimento em relação até a bancos tradicionais.
O colombiano David Vélez, que construiu um império financeiro no Brasil, chega ao board da inteligência artificial.
Atualmente, a empresa funciona apenas como uma instituição de pagamentos.
Os produtos já estão disponíveis para negociação na B3 e replicam o Índice B3 Tesouro IPCA.
A companhia também prometeu investir R$ 45 bilhões (US$ 8,2 bilhões) até 2026.
A expansão internacional do Nubank começou justamente pelo México, em 2019.
O banco digital avalia oportunidades de ampliar e aprimorar seu portfólio de produtos e serviços.
Banco vê menor potencial de valorização e aponta desafios para crescimento e rentabilidade.
Diante das dúvidas dos clientes, a cofundadora do Nubank explicou o ocorrido nas redes sociais.
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