B3SA3 lucra R$ 1,5 bilhão no 1T26, com a bolsa de valores brasileira em recorde
B3 atinge a maior receita trimestral da sua história, com destaque para volume de investimentos em renda variável.
Investidores da bolsa brasileira receberam um total de R$ 284 mil em ressarcimentos por perdas no primeiro semestre de 2024. É 16,7% a menos do que no mesmo período de 2023, quando os ressarcimentos somaram R$ 341 mil.
💰 O ressarcimento ocorre por meio do MRP (Mecanismo de Ressarcimento de Prejuízos), que é mantido pela B3 (B3SA3) e administrado pela BSM Supervisão de Mercados, e pode chegar a R$ 200 mil por ocorrência.
O MRP ressarce os investidores sempre que há prejuízos comprovadamente causados por erros ou omissões de participantes dos mercados administrados pela B3 nos serviços de custódia e intermediação de operações de bolsa com valores mobiliários, como a compra e venda de ações, derivativos e fundos listados.
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No primeiro semestre de 2024, por exemplo, falhas em plataformas de negociação foram os principais motivos das solicitações enviadas ao MRP. Veja as principais queixas dos investidores:
📉 Os pedidos de ressarcimento, no entanto, diminuíram no primeiro semestre de 2024. Foram 152 solicitações, contra 186 do mesmo período de 2023. E muitas delas foram julgadas improcedentes ou arquivadas por falta de evidências. Por isso, o valor pago em ressarcimento aos investidores da B3 também caiu, para R$ 284 mil.
Na avaliação da bolsa brasileira, os pedidos e o ressarcimento em si vêm diminuindo ao longo do tempo por causa de um maior suporte aos investidores.
"Alguns motivos que explicam essa redução são o aprimoramento na qualidade do atendimento aos participantes e também a atuação mais presente das áreas de ouvidoria, que buscam orientar e apresentar soluções para as solicitações dos investidores antecipadamente", afirmou o superintendente de Processos da BSM, César Mendonça.
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