B3 (B3SA3) lucra R$ 1,4 bi no 2T26 e pagará R$ 1,3 bi em JCP; confira
A gestão da companhia passou por uma mudança no trimestre com a nomeação de Christian Egan para o cargo de CEO em junho.
🚨 A B3 (B3SA3), principal bolsa de valores do Brasil, anunciou na última sexta-feira (28), a assinatura de um acordo para ampliar as opções de investimentos internacionais junto com as bolsas de Xangai (SSE) e Shenzhen (SZSE), na China.
A iniciativa permitirá que investidores brasileiros tenham acesso facilitado a ETFs que replicam índices chineses, ao mesmo tempo em que investidores chineses poderão negociar ETFs vinculados ao Ibovespa, principal índice da B3.
Este mecanismo de listagem recíproca é projetado para oferecer alternativas de diversificação mais amplas, fortalecendo ainda mais o relacionamento entre os mercados de capitais dos dois países.
A colaboração também reflete o interesse mútuo entre Brasil e China em estreitar laços econômicos e financeiros, especialmente após o memorando assinado em 2024 entre a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e a CSRC (Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China).
Este acordo governamental foi respaldado pela Declaração Conjunta dos presidentes de ambos os países, que demonstraram prioridade na cooperação financeira bilateral.
O programa ETF Connect China-Brasil representa uma oportunidade inédita para investidores brasileiros que buscam exposição aos mercados asiáticos sem precisar recorrer a operações internacionais mais complexas.
Ao mesmo tempo, oferece aos investidores chineses uma porta de entrada para o mercado brasileiro, que continua a atrair atenção global por sua robustez e diversidade.
Bradesco (BBDC4) e Itaú (ITUB4), duas das maiores gestoras de ativos do Brasil, já estão em negociações avançadas com contrapartes chinesas para viabilizar a participação no novo programa.
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A China já possui ampla experiência em programas de listagem recíproca de ETFs, tendo implementado acordos semelhantes com países asiáticos como Japão, Singapura e Hong Kong.
O Brasil, no entanto, se torna o primeiro país fora da Ásia a implementar esse modelo, reforçando a posição da B3 como um hub de diversificação internacional para investidores globais.
De acordo com Gilson Finkelsztain, CEO da B3, o acordo é mais um passo importante para consolidar a bolsa brasileira como um elo estratégico entre a América Latina e o continente asiático.
📈 “[O acordo] reforça a atuação da bolsa do Brasil como uma ponte entre a América Latina e o continente asiático, ao oferecer alternativas de diversificação internacional para investidores institucionais e pessoas físicas”, afirmou Finkelsztain.
A gestão da companhia passou por uma mudança no trimestre com a nomeação de Christian Egan para o cargo de CEO em junho.
Trata-se de um índice criado para quem gosta de buscar oportunidades em empresas de crescimento.
Bolsa ficará disponível depois do meio dia; Índices futuros permanecem em leilão após atraso na abertura do sistema.
Negociações foram iniciadas parcialmente após problemas técnicos no envio de arquivos e na abertura da Câmara B3.
Bolsa de valores brasileira promove redução do preço de entrada para se investir em empresas estrangeiras.
B3 (B3SA3) divulga resultado dos estoques de renda fixa bancária durante o primeiro semestre do ano.
A B3 prepara uma stablecoin de real, para facilitar a liquidação de ativos digitais na Bolsa.
Com a notícia, as ações subiram 2,35%, cotadas a R$ 15,69, figurando entre as maiores altas do Ibovespa nesta quarta (15).
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