Mais um executivo deixa a Azzas 2154 (AZZA3) e ações desabam 10%; entenda
Kameyama está de saída em menos de um ano à frente da área, em mais um capítulo de uma série de mudanças no comando da varejista.
A Azzas 2154 (AZZA3) apresentou um desempenho sólido no segundo trimestre de 2024, com lucro líquido de R$ 129,4 milhões, um crescimento de 28,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. As receitas também registraram um avanço de 20,3%, atingindo R$ 1,36 bilhão. A expansão da rede foi outro destaque, com um aumento de 6% no número de lojas, totalizando 1.064 unidades ao final de junho.
💲 A companhia implementou uma nova política contábil para o reconhecimento de subvenções do ICMS, o que resultou em um impacto positivo de R$ 42 milhões no lucro líquido do primeiro semestre. A fim de permitir uma comparação mais precisa com os resultados do ano anterior, a Azzas também apresentou dados ajustados, excluindo o efeito dessa mudança contábil.
Com a aplicação do novo critério contábil, o lucro líquido da Azzas no segundo trimestre foi de R$ 93,6 milhões, apresentando uma redução de 17,8% na comparação anual. Apesar dessa queda, as receitas líquidas da companhia demonstraram um crescimento de 9%, alcançando R$ 1,13 bilhão.
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💰 Segundo a empresa, a redução do lucro ex-subvenções está relacionada ao aumento da carga tributária. A companhia destaca que a alíquota efetiva de IRPJ e CSLL foi maior no segundo trimestre de 2024 em comparação ao mesmo período do ano anterior, quando a distribuição de juros sobre capital próprio gerou um benefício fiscal significativo, diminuindo a carga tributária total.
O segundo trimestre de 2024 trouxe um crescimento de 2,6% no Ebitda ex-subvenções da Azzas, alcançando R$ 203,4 milhões. Sem considerar o ajuste contábil, o Ebitda ficou em R$ 191,8 milhões. A margem Ebitda ex-subvenções apresentou uma leve retração, passando de 17,5% para 16,5% na comparação anual.
🤑 A Azzas registrou um aumento de 12% em suas despesas gerais no segundo trimestre, alcançando R$ 532,2 milhões. As despesas comerciais recorrentes também apresentaram crescimento, atingindo R$ 388 milhões, um avanço de 10,5%. No e-commerce, as vendas subiram 22,3%, totalizando R$ 362 milhões, impulsionadas por um aumento de 3,1% no tíquete médio. Os aplicativos ganharam destaque, representando 31% das vendas digitais.
Kameyama está de saída em menos de um ano à frente da área, em mais um capítulo de uma série de mudanças no comando da varejista.
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