Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
💲 Na América Latina, os brasileiros são os maiores investidores de bitcoins, mostra estudo da corretora de criptomoedas Bitso. Em média, 60% do portfólio dos investidores de que tem criptomoedas está na mais valorizada do mercado.
O número está acima da média de países vizinhos, como Argentina (50%) e Colômbia (47%). No intervalo de dois meses, a proporção de bitcoins na carteira cresceu 2 pontos percentuais, ainda de acordo com o levantamento da Bitso.
O estudo mostra, no entanto, que a maior parte dos investidores (60%) não segue a indicação de diversificação de portfólio. Apenas 24% deles tem mais de 3 tipos de criptomoedas na carteira, enquanto no México a proporção chega a 39%.
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Quando observados os investidores em grupos, 75% dos compradores de criptomoedas são homens. Além disso, moradores de grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte são os principais usuários de criptos.
Na análise por faixa etária, quase metade dos que têm carteira de criptos está entre os 25 e 34 anos. A demografia do Brasil replica o visto nos outros países da pesquisa.
“A educação financeira sobre cripto continua a ser talvez o aspecto mais importante em toda a região: um maior e melhor conhecimento resultará em uma maior diversificação das carteiras de quem usa e possui criptomoedas. Outras áreas de oportunidade estão relacionadas à educação sobre DCA (Dollar Cost-Averaging), que, no trading, é definido como uma estratégia de investimento baseada em uma quantia de dinheiro recorrente para comprar um ativo específico e acumular quantidades a longo prazo. Também é a capacitação sobre conversões programadas”, diz os autores do estudo.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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