Bitcoin dispara e desponta como o melhor investimento do 3T26; veja ranking
A criptomoeda voltou a superar a marca dos US$ 80 mil, mas ainda acumula perdas no ano.
💲 Depois de semanas amargando baixas expressivas, o Bitcoin (BTC) parece ter encontrado forças. Nesta segunda-feira (23), a principal criptomoeda do mercado registra um avanço de 1,4%, segundo os principais monitores de ativos digitais.
O movimento é ainda mais positivo se considerado o cenário semanal em que o Bitcoin avança mais de 5%. Nos últimos 30 dias, a alta já chega a 7%, segundo o CoinMarketCap.
A performance da criptomoeda tem sido favorável mesmo em um cenário desfavorável em relação ao real brasileiro. Isso porque um estudo da Austin Rating mostrou que a moeda foi a que mais se valorizou ante o dólar dos Estados Unidos desde o começo do mês.
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Ao que tudo indica, a alta do Bitcoin está relacionada justamente com os EUA, que decidiram cortar a taxa básica de juros na semana passada. O banco central norte-americano (Fed, na sigla em inglês) derrubou o índice para a faixa de 4,75% e 5%, em sua primeira redução desde 2020.
Desta forma, com os investimentos de renda fixa pagando menos, os investidores começam a apostam em produtos com maior risco, mas que podem trazer melhores rendimento. Este é o caso do Bitcoin, que, desde janeiro, avançou 43% na conversão para o dólar.
Mas ainda não há um consenso entre os analistas sobre qual vai ser a trajetória do Bitcoin nas próximas semanas e meses, considerando que novas decisões sobre juros devem acontecer no Brasil e EUA. Enquanto por lá, os BC deve seguir cortando juros, o brasileiro pode elevar até chegar em 11,5% no final de 2024, segundo a visão do mercado.
A criptomoeda voltou a superar a marca dos US$ 80 mil, mas ainda acumula perdas no ano.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
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