Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
💲 Depois de semanas amargando baixas expressivas, o Bitcoin (BTC) parece ter encontrado forças. Nesta segunda-feira (23), a principal criptomoeda do mercado registra um avanço de 1,4%, segundo os principais monitores de ativos digitais.
O movimento é ainda mais positivo se considerado o cenário semanal em que o Bitcoin avança mais de 5%. Nos últimos 30 dias, a alta já chega a 7%, segundo o CoinMarketCap.
A performance da criptomoeda tem sido favorável mesmo em um cenário desfavorável em relação ao real brasileiro. Isso porque um estudo da Austin Rating mostrou que a moeda foi a que mais se valorizou ante o dólar dos Estados Unidos desde o começo do mês.
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Ao que tudo indica, a alta do Bitcoin está relacionada justamente com os EUA, que decidiram cortar a taxa básica de juros na semana passada. O banco central norte-americano (Fed, na sigla em inglês) derrubou o índice para a faixa de 4,75% e 5%, em sua primeira redução desde 2020.
Desta forma, com os investimentos de renda fixa pagando menos, os investidores começam a apostam em produtos com maior risco, mas que podem trazer melhores rendimento. Este é o caso do Bitcoin, que, desde janeiro, avançou 43% na conversão para o dólar.
Mas ainda não há um consenso entre os analistas sobre qual vai ser a trajetória do Bitcoin nas próximas semanas e meses, considerando que novas decisões sobre juros devem acontecer no Brasil e EUA. Enquanto por lá, os BC deve seguir cortando juros, o brasileiro pode elevar até chegar em 11,5% no final de 2024, segundo a visão do mercado.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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