GPA (PCAR3) tem prejuízo de R$ 1,4 bilhão no 1T26
A margem bruta também evoluiu, atingindo 30,4%, impulsionada pela estratégia de priorizar operações mais rentáveis.
💲 As ações do GPA (PCAR3) lideram as perdas na B3 e despencam 6,05%, a R$ 2,95, às 11h57 (horário de Brasília) desta terça-feira (18). A queda chega no mesmo dia em que JP Morgan cortou a recomendação de venda por causa da geração de caixa da empresa.
Para o JP Morgan, a geração de caixa e o endividamento da empresa (com um índice de 3,2 vezes em 2025) continuam sendo motivo de preocupação, principalmente devido às atuais taxas de juros mais elevadas.
Nesse contexto, a empresa tem se manifestado sobre a possibilidade de racionalizar sua presença, o que poderia incluir o fechamento ou a venda de lojas localizadas nas regiões Norte e Nordeste, que apresentam poucas sinergias com sua operação centralizada em São Paulo.
💸 “Por outro lado, ainda é cedo, e não vemos ativos significativos que possam ser vendidos rapidamente para melhorar o endividamento de forma substancial”, avaliou o banco.
O JP Morgan comentou ainda que não possui fundamentos suficientes para acreditar que uma possível fusão com o Dia teria um impacto positivo nas operações ou no balanço patrimonial do GPA.
Com o GPA negociando a cerca de 5,5 vezes o Valor da Empresa sobre o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) estimado para 2025, o banco reiterou sua visão negativa em relação à empresa.
Vale lembrar que a Genial Investimentos também reduziu a recomendação da varejista para neutro na semana passada, justificando sua decisão com a "implicações da redução do diferencial entre inflação geral e inflação alimentar e aumento da taxa de juros ao longo do 1º semestre de 2025, comprometendo a última linha do resultado dado a alavancagem da companhia, estimada em 2,9 vezes".
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No entanto, na avaliação dos analistas Iago Souza e Nina Mirazon, o GPA deve apresentar o melhor conjunto operacional dentre as empresas do varejo alimentar para o quatro trimestre.
"Apesar de estarmos satisfeitos com todo o processo de turnaround executado até então, enxergamos dois riscos para a tese em 2025: implicações da redução do diferencial entre inflação geral e inflação alimentar e aumento da taxa de juros ao longo do 1º semestre de 2025, comprometendo a última linha do resultado dado a alavancagem da companhia, estimada em 2,9x (visão pré-IFRS 16)”, dizem no relatório.
A casa também prevê que o GPA apresentará um prejuízo de R$ 220 milhões no período. Esse valor representa um aumento de 2,4 vezes em relação ao prejuízo registrado no mesmo período do ano anterior, mas uma redução de 12,5% em comparação com o prejuízo do terceiro trimestre de 2024.
💲 “Os principais fatores que devem impactar o papel em 2025, sem dúvida, o aumento das despesas financeiras será o principal a pressionar o resultado esperado do GPA no ano”, destacou a Genial. O balanço trimestral do GPA será divulgado nesta terça-feira (18), após o fechamento do mercado.
A margem bruta também evoluiu, atingindo 30,4%, impulsionada pela estratégia de priorizar operações mais rentáveis.
Acordo faz parte do plano de recuperação extrajudicial do Grupo Pão de Açúcar.
Grupo varejista diz que acordo com credores prevê ajuste no perfil da dívida e que operações seguem normalmente.me
A empresa destacou que suas lojas continuarão operando normalmente, uma vez que as operações são consideradas saudáveis.
Segundo a empresa, o objetivo é avaliar diferentes alternativas que possam melhorar o perfil de seu endividamento.
Taxas oferecidas pelos títulos de renda fixa da rede varejista disparam no mercado secundário.
No trimestre, o prejuízo das operações continuadas totalizou R$ 523 milhões.
O anúncio foi feito na última segunda-feira (27) em comunicado ao mercado.
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