Agenda da semana: Ata do Fed domina o exterior e IGP-10 abre a semana no Brasil

No Brasil, a semana inicia com o IGP-10 na segunda (18), às 8h, indicador que mede a inflação no atacado e os preços ao consumidor.

Publicado em 17/05/2026 às 14:12h Publicado em 17/05/2026 às 14:12h por Matheus Silva
Nos EUA, o destaque fica com o discurso do dirigente do Fed (Imagem: Shutterstock)
Nos EUA, o destaque fica com o discurso do dirigente do Fed (Imagem: Shutterstock)
📅 A semana de 17 a 22 de maio traz uma agenda movimentada para os mercados, com destaque para a divulgação da ata do FOMC nos EUA, o IGP-10 no Brasil e uma bateria de indicadores da China, Europa e Japão.
No Brasil, a semana começa com o IGP-10 na segunda-feira (18), às 8h, indicador que mede a inflação no atacado e os preços ao consumidor. 
Na sequência, às 8h25, o Boletim Focus traz as projeções dos economistas do mercado para inflação, juros, câmbio e crescimento. 
Na quarta-feira (20), às 14h30, o mercado acompanha o fluxo cambial estrangeiro. Na quinta-feira (21), às 9h, acontece a reunião do CMN (Conselho Monetário Nacional), com investidores atentos a possíveis sinalizações sobre crédito e financiamento imobiliário.
Nos EUA, o destaque fica para a terça-feira (19), com o discurso do dirigente do Fed, Christopher Waller, às 9h e o relatório de criação de empregos no setor privado do ADP às 9h15. Na quarta-feira (20), às 15h, a ata do FOMC é o principal evento da semana.
O documento deve oferecer pistas mais detalhadas sobre como os dirigentes do Fed avaliam a trajetória da inflação e os riscos para a atividade econômica. O mercado segue calibrando as expectativas sobre juros em um ambiente de inflação resistente e desaceleração gradual da atividade. Às 10h15, Michael Barr também discursa.
Na quinta-feira (21), o mercado americano monitora os pedidos contínuos de seguro-desemprego e a construção de novas casas às 9h30, o PMI Composto da S&P Global às 10h45 e o GDPNow do Fed de Atlanta às 11h. 
Na sexta-feira (22), às 11h, saem as expectativas de inflação e a confiança do consumidor da Universidade de Michigan, além de um novo discurso de Waller.
Na Europa, os investidores acompanham os dados de inflação da zona do euro e os PMIs de maio. No Reino Unido, os números de emprego, inflação ao consumidor e vendas no varejo ajudam a medir a força da economia britânica após meses de desaceleração.
Na China, a bateria de indicadores divulgada entre domingo (17) e segunda-feira (18) inclui produção industrial, desemprego, investimento em ativos fixos e preços de imóveis, com especial atenção ao setor imobiliário. 
📊 No Japão, os destaques são os dados de PIB, inflação e atividade industrial, em um momento em que o Banco do Japão segue buscando o equilíbrio entre crescimento e normalização monetária após anos de juros ultrabaixos.