TIM (TIMS3) entra no leilão de 700 MHz para ampliar rede 4G e 5G

O leilão contempla autorizações para uso de radiofrequências nas faixas de 708 MHz a 718 MHz e de 763 MHz a 773 MHz.

Publicado em 14/04/2026 às 20:58h Publicado em 14/04/2026 às 20:58h por Matheus Silva
O leilão deve atrair atenção das principais operadoras do país (Imagem: Shutterstock)
O leilão deve atrair atenção das principais operadoras do país (Imagem: Shutterstock)
🚨 A TIM Brasil (TIMS3) anunciou que seu conselho de administração aprovou a participação da companhia no leilão da faixa de 700 MHz, organizado pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). A decisão foi formalizada em ata divulgada nesta terça-feira (14).
O leilão é considerado estratégico para o setor de telecomunicações e deve atrair atenção das principais operadoras do país, especialmente pela capacidade dessa frequência de ampliar a cobertura dos serviços móveis.
De acordo com a Anatel, as propostas das empresas interessadas serão recebidas nesta quarta-feira (15), enquanto a análise e o julgamento estão previstos para o dia 30 deste mês.
O certame envolve autorizações de uso de radiofrequências nas subfaixas de 708 MHz a 718 MHz e de 763 MHz a 773 MHz.
O investimento total estimado para a faixa gira em torno de R$ 2 bilhões, sendo que grande parte desse valor deverá ser convertida em compromissos obrigatórios de expansão da infraestrutura de telecomunicações.

Frequência de 700 MHz ganha protagonismo

A faixa de 700 MHz é considerada uma das mais relevantes para o avanço da conectividade no Brasil.
Segundo a própria Anatel, essa frequência possui maior alcance e melhor capacidade de penetração em ambientes fechados, o que permite levar sinal de qualidade para dentro de residências, escolas, hospitais e edifícios.
Na prática, isso significa uma melhora tanto na cobertura do 4G quanto no suporte à expansão do 5G, especialmente em áreas menos atendidas.
Outro ponto relevante do leilão é o direcionamento dos investimentos para regiões com menor acesso a serviços móveis.
📊 A agência reguladora destacou que boa parte dos recursos aportados pelas operadoras será destinada à ampliação da cobertura, contribuindo para reduzir desigualdades no acesso à conectividade no país.

TIMS3

TIM
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