Strategy compra mais de US$ 2 bi em Bitcoin enquanto mercado derrete
De acordo com documentos, a companhia comprou cerca de 22.305 Bitcoins entre os dias 12 e 19 de janeiro.
Não faz muito tempo que a Strategy (M2ST34) passou por um de seus piores momentos desde que chegou ao mercado de capitais. Em fevereiro, a companhia viu seu valor de mercado cair para perto de US$ 37 bilhões por causa da correção do Bitcoin (BTC).
Dois meses depois, o cenário já é bem diferente, conforme mostram dados da Nasdaq, onde as ações estão listadas. Neste momento, o capital de mercado é de US$ 58 bilhões.
A Strategy é uma daquelas empresas que resolveram incluir a criptomoeda como principal ativo do seu caixa. Portanto, grande parte do movimento das ações está relacionada justamente ao mercado cripto, e não só ao acionário padrão.
Mesmo com a queda do Bitcoin, a empresa continuou comprando a cripto, defendendo que era a melhor estratégia. Com a valorização destas últimas semanas, o CEO Michael Saylor publicou uma foto em que aparece no meio do mar. “Bitcoin e descanso”, escreveu ele.
Leia mais: Petrobras (PETR4) admite que conflitos globais podem impactar seus resultados
Um movimento parecido com esse é visto na Meliuz (CASH3), que também adotou a estratégia cripto. Desde o início do ano, a empresa de cashback acumula crescimento de 15% nos seus papéis, hoje cotados em R$ 4,40 e com um valor de mercado de R$ 500 milhões.
Em março do ano passado, a empresa informou que estava se tornando uma Bitcoin Treasury, quando passou a comprar unidades do ativo digital. Estima-se que a fintech tenha cerca de 600 bitcoins em carteira, quantidade que equivale a R$ 227 milhões.
Já quem não pode comemorar do mesmo jeito é a OranjeBTC (OBTC3). A companhia segue a mesma estratégia, mas não tem visto uma recuperação igual nos seus papéis.
No fechamento desta reportagem, os papéis estavam na casa de R$ 7,30, um dos melhores patamares desde que a marca chegou à B3. Em pouco mais de seis meses, a empresa viu seu valor de mercado recuar mais de 61%.
O mercado não faz apostas claras sobre o movimento do Bitcoin para os próximos meses, mas já está claro que a cripto é completamente suscetível aos movimentos globais. A recente valorização se dá no contexto de um arrefecimento das tensões no Oriente Médio, que fez com que os investidores voltassem a buscar ativos um pouco mais arriscados.
Neste sábado (18), o Bitcoin opera na faixa dos R$ 379 mil, com queda de 21% desde o começo do ano. Já o índice CoinDesk 20, que reúne as 20 maiores criptos do mercado, sobe 2,3%, para acima dos 2.160 pontos.
De acordo com documentos, a companhia comprou cerca de 22.305 Bitcoins entre os dias 12 e 19 de janeiro.
Empresa amplia exposição à criptomoeda mesmo com volatilidade do mercado
Apesar do investimento robusto em criptomoedas, as ações da empresa americana listadas tanto nos EUA quanto no Brasil caíam nesta última semana de fevereiro
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
Saiba quais classes de investimentos são destaques positivos no mês e quais deram dor de cabeça aos investidores
Einar Rivero, CEO da Elos Ayla, revela a rentabilidade dos principais investimentos em novembro e nos últimos 12 meses.
Índice de BDRs, carteira de empresas estrangeiras com ações listadas no Brasil, entrega quase 6% ao mês.
Metal precioso salta +10% nos últimos 30 dias, mas também dispara quase +50% em 2025.
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?