Bitcoin (BTC) salta aos US$ 81 mil após dados fracos de emprego nos EUA
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
🌞 A criptomoeda Solana (SOL) chegou a ver o seu preço desabar −10% nesta terça-feira (18), ao atingir a cotação mínima de US$ 161,31, após sua rede blockchain ter incubado a memecoin $LIBRA que provocou abalos financeiros e políticos, especialmente na Argentina.
Mesmo sendo uma das altcoins (quaisquer moedas virtuais que não sejam o Bitcoin) mais consolidadas, com um valor de mercado ainda superior a US$ 80 bilhões, a Solana acabou se desvalorizando quase −40% nos últimos 30 dias, em boa medida, por conta do presidente argentino Javier Milei ter apoiado o projeto colapsado $LIBRA.
Essa novela cripto sul-americana iniciou-se na última sexta-feira (14), quando o Milei chegou a fazer uma postagem em sua conta oficial no Twitter em apoio ao uso da moeda baseada em meme de internet $LIBRA, com um link para o projeto denominado "Viva La Libertad Project", que visava incentivar também a economia argentina.
👾 Só que essa moeda virtual suspeita criada na rede blockchain da Solana tão rapidamente angariou milhões de dólares poucas horas depois do endosso presidencial, como também rapidamente chegou a sofrer desvalorização superior a 90%. Em meio aos fortes indícios de que o lançamento da criptomoeda $LIBRA possa ter sido um esquema de pirâmide financeira, Milei excluiu a sua publicação de apoio à criptomoeda de suas redes sociais também horas depois.
Ainda durante o final de semana, uma reportagem publicada pelo jornal argentino La Nación revelou que o empresário americano Hayden Mark Davis, da Kelsen Ventures e um dos promotores do token $LIBRA, assumiu que é assessor do presidente argentino Javier Milei e culpou o governo pela queda abrupta da memecoin.
Já nesta semana, o presidente Javier Milei revelou em entrevista à televisão argentina que não estava endossando o projeto da criptomoeda $LIBRA, mas que apenas compartilhou informações sobre.
Na publicação, Milei disse que a criptomoeda era "um projeto privado" destinado a "incentivar o crescimento da economia argentina, financiando pequenas empresas e empreendimentos argentinos". O presidente afirmou ainda que "o mundo quer investir na Argentina" e forneceu o nome e o link para a página da criptomoeda.
➡️ Leia mais: Criptomoeda de tokens RWA dispara 100% em 2025, apesar de colapso da $LIBRA
São apenas em momentos de estresse nos mercados que muitos investidores descobrem se realmente aguentam investir em criptomoedas e demais investimentos em renda variável.
Mas, apesar do estardalhaço provocado pelo colapso da $LIBRA, o token SOL continua sendo uma das criptomoedas mais promissoras para 2025, segundo os analistas do BTG Pactual.
🏆 Sendo a principal rival da Ethereum (ETH), a rede blockchain da Solana tem se tornado mais popular e lançado mais projetos inteligentes que sua concorrente mais antiga.
Seu número de endereços ativos diários cresceu em mais de 1.000% no ano, superando a marca de 7 milhões e refletindo a crescente adesão de novos usuários. Em 2025, a Solana promete um salto tecnológico com o lançamento do Firedancer, infraestrutura desenvolvida em parceria com a Jump Crypto.
Conforme dados do Investidor10, se um entusiasta de criptos tivesse aplicado R$ 1 mil em Solana (SOL) há cinco anos, hoje você teria R$ 308.513,20. A simulação também aponta que Ethereum (ETH) e Bitcoin (BTC) teriam retornado R$ 11.418,60 e R$ 9.937,70, respectivamente, nas mesmas condições. E cabe destacar a máxima do mercado financeiro que diz: retornos passados não são garantias de retornos futuros.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
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