Bitcoin dispara 25% em uma semana e entra no ranking de 1% das maiores altas
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
🤑 Em 2025, o mercado de criptomoedas tem dado muito palco para o Bitcoin (BTC) que já superou diversas vezes a barreira dos US$ 100 mil, mas que nesta terça-feira (18) é negociado por volta de US$ 94 mil, além do colapso recente da memecoin $LIBRA, que chegou a ter o apoio do presidente argentino Javier Milei.
Todavia, poucos entusiastas de criptos se deram conta da nova narrativa que tem impulsionado uma classe específica de criptomoedas: a tokenização de ativos do mundo real (RWA, na sigla em inglês).
Nem mesmo o marasmo do Bitcoin ou a suposta pirâmide financeira da $LIBRA parecem ter abalado a tese da criptomoeda Mantra (OM), uma rede blockchain de camada 1 focada em tokenizar ativos reais.
Uma das principais aplicações do Mantra é sua capacidade de facilitar o desenvolvimento de projetos e aplicativos sem atrito. Ao fornecer um ambiente de blockchain sem permissão para aplicativos com permissão, o criptoativo permite que os desenvolvedores criem e implantem aplicativos que podem interagir perfeitamente com ativos do mundo real.
Isso não só é particularmente benéfico para construtores Web3 que estão focados em integrar a tecnologia blockchain com sistemas financeiros tradicionais, como os gigantes de Wall Street já notaram esse valor que o token OM carrega.
➡️ Leia mais: Blockchain: O que é e como funciona essa tecnologia?
Conforme dados do Investidor10, o Mantra (OM) teve valorização de +101,95% só nos últimos 30 dias, enquanto o próprio Bitcoin (BTC) acumulou queda em seu preço de −5,69%.
A simulação também aponta que se um entusiasta de criptos tivesse aplicado R$ 1 mil em Mantra (OM) há um ano, hoje o mesmo teria R$ 21.406,10, ao passo que o Bitcoin (BTC) teria retornado R$ 1.765,90 nas mesmas condições.
📉 Na última semana, os ETFs de Bitcoin listados nos Estados Unidos registraram saídas de US$ 651,83 milhões, interrompendo seis semanas consecutivas de dinheiro novo entrando nos fundos de índice listados em bolsa.
Paralelamente, a SEC (órgão americano equivalente à nossa CVM) começou a avaliar formalmente pedidos de ETFs para Solana (SOL) e Ripple (XRP), com analistas da Bloomberg projetando altas chances de aprovação ainda em 2025.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
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