Influenciador Renato Cariani revela perda de R$ 250 mil com empresa da B3; veja qual foi
Em recuperação judicial, Raízen acumula prejuízo de 67% nos últimos 12 meses.
💸 O UBS BB revisou nesta segunda-feira (9) sua recomendação para a Raízen (RAIZ4), passando de compra para neutra, além de cortar o preço-alvo da ação de R$ 3,90 para R$ 2,30 — o que implica um potencial de alta de 16% sobre o fechamento da última sexta-feira (6).
“Estamos rebaixando a recomendação da Raízen para neutra, pois esperamos que a reestruturação positiva que a empresa está realizando demore mais para se traduzir em retorno aos acionistas”, diz o relatório.
Os analistas dizem ainda que “Isso levará eventualmente à redução do endividamento, mas acreditamos que os investidores podem esperar, já que esperamos que essa tendência acelere apenas em 2-3 anos, e há riscos – daí nossa mudança para neutra”, se referindo aos juros mais altos e desafios no setor sucroalcooleiro.
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💰 A projeção do banco é de que a empresa seguirá consumindo caixa em 2025/26, e possivelmente também em 2026/27, antes de começar a reduzir sua dívida. Segundo o banco, o potencial de geração de caixa no médio prazo dependerá de fatores como a redução dos juros para menos de 12% até o fim de 2026 e a estabilidade do petróleo entre US$ 62 e US$ 70 por barril.
“Nosso preço-alvo foi reduzido em 42% devido à fraca geração de caixa nos últimos resultados (-R$1,50/ação), ajuste da dívida para incluir iniciativas específicas de capital de giro (R$1,10/ação) e resultados mais fracos esperados para açúcar e etanol, com menor moagem e preços (-R$0,5/ação)”, diz o banco.
🤑 Além disso, o Citi também revisou para baixo o preço-alvo das ações da Raízen, de R$ 3 para R$ 2,50, refletindo a redução nas estimativas da equipe de análise, motivada principalmente pela menor moagem de cana e pela previsão de preços mais baixos para o açúcar.
Em recuperação judicial, Raízen acumula prejuízo de 67% nos últimos 12 meses.
A companhia enfrenta resistência de credores à conversão de dívida em ações e deve discutir a reestruturação em reunião nesta semana.
A nota foi rebaixada após a Justiça de SP autorizar a Raízen a suspender pagamentos por 180 dias enquanto negocia com credores.
A companhia recebeu prazo de 90 dias para demonstrar que alcançou o quórum necessário.
Empresa quer renegociar R$ 65 bi em dívidas e já conta com apoio de 47% dos credores.
Títulos de dívida da empresa dolarizados (bonds) veem taxas dispararem e estressar derivativos.
A companhia busca uma "solução abrangente e definitiva" para fortalecer a estrutura de capital.
As negociações entre Shell e Cosan para injetar capital novo na Raízen foram interrompidas nesta semana, segundo fontes a par das tratativas.
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