Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
💲 O halving do Bitcoin (BTC) previsto para 2024 aconteceu na noite da última sexta-feira (19), quando a recompensa pela mineração caiu pela metade.
Com a operação concluída com sucesso, os investidores começam a se perguntar sobre qual será a cotação da criptomoeda no próximo halving, previsto para 2028. Para o analista-chefe da corretora Swyftx, o Bitcoin pode crescer até 100%, superando a marca de US$ 120 mil (cerca de R$ 627 mil).
"Passamos de ganhos de preços de mais de 60.000% em 2013, para 12.000% em 2017 e depois 2.000% em 2021", disse, em entrevista ao portal Cointelegraph. "Nosso cenário central é que essa tendência continue e vejamos um aumento de dois ou três dígitos no preço até o próximo halving”.
💰 Leia também: 4º halving do Bitcoin: Veja impactos para outras criptomoedas e mineradores
Há quem aposte em números ainda mais altos, como é o caso de Caroline Bowler, CEO da BTC Markets, que fala em até US$ 200 mil. "Na curta janela de tempo que vimos com o envolvimento do ETF, houve apoio contínuo a essa tese", disse ela.
O que é consenso, no entanto, é que o ativo precisa se manter pelo menos nos níveis atuais para que a atividade de mineração continue sendo vantajosa aos mineradores. Isso porque ela deve cair pela metade em quatro anos e, se houver queda na cotação, pode deixar de ser atrativa.
Desde sexta, os profissionais recebem uma recompensa de 3,12 bitcoins por cada bloco minerado. No próximo halving, este número deve cair para 1,56 unidade e continuar sendo limitado pela metade a cada quatro anos de forma sucessiva até atingir a última casa, previsto para ser minerada em 2140.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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