Binance começa a resgatar ativos roubados, mas não segura queda do Bitcoin (BTC)
Criptomoeda recuou 1,5% nas últimas horas e era negociada a US$ 76,7 mil por volta das 11h.
💲 O halving do Bitcoin (BTC) previsto para 2024 aconteceu na noite da última sexta-feira (19), quando a recompensa pela mineração caiu pela metade.
Com a operação concluída com sucesso, os investidores começam a se perguntar sobre qual será a cotação da criptomoeda no próximo halving, previsto para 2028. Para o analista-chefe da corretora Swyftx, o Bitcoin pode crescer até 100%, superando a marca de US$ 120 mil (cerca de R$ 627 mil).
"Passamos de ganhos de preços de mais de 60.000% em 2013, para 12.000% em 2017 e depois 2.000% em 2021", disse, em entrevista ao portal Cointelegraph. "Nosso cenário central é que essa tendência continue e vejamos um aumento de dois ou três dígitos no preço até o próximo halving”.
💰 Leia também: 4º halving do Bitcoin: Veja impactos para outras criptomoedas e mineradores
Há quem aposte em números ainda mais altos, como é o caso de Caroline Bowler, CEO da BTC Markets, que fala em até US$ 200 mil. "Na curta janela de tempo que vimos com o envolvimento do ETF, houve apoio contínuo a essa tese", disse ela.
O que é consenso, no entanto, é que o ativo precisa se manter pelo menos nos níveis atuais para que a atividade de mineração continue sendo vantajosa aos mineradores. Isso porque ela deve cair pela metade em quatro anos e, se houver queda na cotação, pode deixar de ser atrativa.
Desde sexta, os profissionais recebem uma recompensa de 3,12 bitcoins por cada bloco minerado. No próximo halving, este número deve cair para 1,56 unidade e continuar sendo limitado pela metade a cada quatro anos de forma sucessiva até atingir a última casa, previsto para ser minerada em 2140.
Criptomoeda recuou 1,5% nas últimas horas e era negociada a US$ 76,7 mil por volta das 11h.
A campanha de Flávio Bolsonaro desconhece a autoria do site e nega contratação de perfis para promover a criptomoeda.
A criptomoeda voltou a superar a marca dos US$ 80 mil, mas ainda acumula perdas no ano.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
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